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Economia

Empresários americanos interessados em investir no Cuanza Norte

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Um grupo de empresários americanos está interessado em investir na agricultura e mineração, da província do Cuanza Norte. A intenção foi manifestada nesta terça-feira, 27, pela embaixadora dos Estados Unidos da América em Angola, Nina Fite, no final de uma visita de trabalhos que efectuou à cidade do Dondo, município de Cambambe.

No seu último dia de trabalhos naquela província, a diplomata americana, manteve um breve encontro no Palácio, com o Governador Adriano Mendes de Carvalho, com quem passou em revista vários assuntos que da vida social de interesse da província, com destaque para o Plano de Loteamento e Autoconstrução dirigida no KM 11, no município do Cazengo e outras áreas, que considerou de importante para as populações.

No município de Cambambe, a embaixadora, visitou as Jazidas de Ferro de Kassala-Kitungo, na comuna de Dange-ya-Menha, a Fábrica Têxtil Comandante Bula Ex-Satec e a antiga fábrica de bebidas e concentrados Vinelo, esta última paralisada há mais de uma década.

Nina Fite prometeu apresentar as oportunidades de investimento no nosso País, aos investidores americanos, tendo garantido haver “um grande interesse no sector da agricultura e da mineração*, para os investidores americanos. A diploma assegurou ainda que, apesar dos esforços do governo angolano no combate a corrupção, há um longo caminho a percorrer, para que os investidores sejam atraídos no doing business.

“Os empresários americanos têm sido desencorajados por causa da dita “Gasosa”, “morosidade e outras barreiras que devem ser ultrapassadas”, disse.

O programa de trabalhos da embaixadora dos Estados Unidos da América em Angola, na província do Cuanza Norte foi de dois dias e esteve engradada no projecto ‘Apoio a Mulher Agricultora Rural em Angola’, financiado pela ExxonMobil e pela Agência das Nações Unidas para o Desenvolvimento (USAID), coordenado pela Organização Não Governamental Ajuda de Desenvolvimento de Povo para Povo (ADPP).

O referido projecto tem um período de execução de cinco anos, está orçado em um milhão de dólares americanos e contempla formações há mais de 1000 agricultores, sobre assistência para produção agrícola, alfabetização, igualdade do género, cidadania, advocacia para o direito à terra.

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