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Embaixador de Angola no Quénia preocupado com problemas ambientais em África

Manuel Camalata

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O embaixador de Angola no Quénia e representante permanente junto do programa das Nações Unidas para o ambiente, nos escritórios da ONU em Nairobi, Sianga Abílio, mostrou-se preocupado com os vários problemas ambientais nos países de África. O diplomata mostrou a preocupação à margem da primeira sessão da quinta Assembleia da ONU para o ambiente, que decorreu de 22 a 23 de Fevereiro em ambiente virtual. A segunda sessão da referida Assembleia está prevista para o próximo ano, na modalidade presencial.

Terminou nesta terça-feira, a conferência internacional da Organização das Nações Unidas, sobre o meio ambiente, da qual Angola participou com uma delegação chefiada pela Secretária de Estado do Ambiente, Ana Paulo, e pelo Embaixador e representante permanente de Angola junto dos Escritórios da ONU no Quénia, Sianga Abílio.

Dos pontos que mereceram a atenção dos participantes, segundo o embaixador Sianga Abílio, são “o número assustador de pessoas que morrem anualmente no mundo, por causa da poluição ambiental”, o crescente dados de espécie da biodiversidade ameaçadas de extinção e dos resíduos industriais que são lançados aos mares.

Outra preocupação demonstrada pelos mais de 155 delegados de alto nível são as actividades antropológicas que continuam a provocar o aquecimento global e o aumento das temperaturas mundiais.

Sianga Abílio, que falava a margem do evento, disse que a adopção do acordo de Paris, sobre aquecimento global, pode ser eficaz para travar esse aquecimento, por conter regras que estimulam limites das temperaturas globais em 1,5°c e os mecanismos de financiamento para adaptações climáticas dos países vulneráveis, como é o caso de Angola.

O diplomata felicitou a ambientalista angolana Fernanda René, reconhecida na no evento de alto nível pelo seu esforço na preservação dos flamingos na província de Benguela, que representam um símbolo de identidade na cidade do Lobito, tendo prometido, na qualidade de representante permanente junto do programa das Nações Unidas para o ambiente, nos escritórios da ONU em Nairobi, continuar apoiar iniciativas do género.

Fernanda René é a segunda ambientalista angolana a ser reconhecida internacionalmente pela ONU, depois de Adjany Costa, por esforços na preservação do meio ambiente, e por esta razão “constitui um “orgulho para Angola, para os angolanos, o que de facto demonstra o espírito visionário e criativo dos jovens angolanos”, pelo que espera por outros jovens angolanos sigam estes dois exemplos, referiu.

O embaixador angolano disse, por outro lado, que no contexto africano, as consequências das queimadas, as estiagens, falta de chuvas, a gestão dos solos, caça frutífera, o corte ilegal de madeira, a urbanização desordenada na maioria dos países africanos constituíram também preocupação das delegações dos países do continente berço, nesta primeira sessão da assembleia da ONU sobre o meio ambiente.

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1 Comment

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  1. Avatar

    Pedro Henrique

    25/02/2021 at 11:31 am

    África em geral devem continuar a preservar o meio ambiente

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