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Opinião

Educação como veiculo de mudança do homem

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Muitas são as opiniões relacionadas ao objecto em epígrafe. Ouço muitos rumores, à respeito da sua significação em tudo quanto é canto. Questão transportada e analisada em vários contextos, por cientistas, doutores e aventureiros do saber, em que cada um dos sujeitos retrata este facto a sua maneira. Por isso, ainda nesta senda, Segundo Kant (1724-1804), num dos seus trabalhos afirmou que “ o ser humano só se torna verdadeiramente humano pela educação” Assim, podemos perceber, que a educação pode ser um processo de desenvolvimento que regula toda actividade humana, como consequência de uma acção de formação, instrução ou orientação social que permitirá uma ampla reflexão de um dado objecto.

Pode ser também, o acto de educar que vai permitir que os hábitos e costumes duma dada comunidade seja transferida para a subsequente geração.

Segundo o filósofo e pedagogo René Hubert, é denominada como um conjunto de acções e reacções exercidas voluntariamente pelo ser humano. Todavia, são as atitudes individuais que vão substanciar o modo de vida do homem ou dos demais seres humanos.

É a combustão de grandes e pequenas sociedades, o perfume em expansão que dilata-se no lar de cada família, religião, tribo, ou individualidade.

A educação também pode ser a acção valorativa, compatível ao de qualquer família, sendo a família o primeiro grupo, o produto que forma e transforma o homem ou o cidadão, através da escola ou o meio onde está inserido, com objectivo de se perceber e interpretar o mundo.

É o habitat da vida social, a interacção dos inúmeros grupos no qual o ser humano consta (família, escola e o meio onde for inserido), vistos como as partes constituintes da comunidade.

Na vertente sociológica, segundo Emile Durkheim, educação é “um conjunto de normas transmitidas ao indivíduo” sem se ter em conta os seus desejos pessoais. É a forma como ser humano se pronuncia ao manifestar as suas mais amplas atitudes em busca de respostas no meio social ou resolução de inquietações que surgem na sociedade.

Todavia, é a consequência da acção do meio social, com base na maximização da qualidade de vida em todas as suas formas, é a massa consistente de uma determinada colectividade, a harmonia que exala a sustentabilidade da reflexão. É o preâmbulo do discurso das palavras e não sou, a educação é o poderio da nobreza aos passos largos dos sonhos da humanidade.

Afirma-se assim, devido a forma como o homem se predispõe através da aptidão que obtém. Além de solucionar problemas, exerce no umbigo a expressão de contornar fenómenos, em cada período das suas faculdades psíquicas e físicas. Na qualidade de ser um componente social, age em função de situações que o permitem manifestar-se como um ser animal racional, circunscrevendo-se na arte de cada vez mais transformar-se, com finalidade de converter-se em pessoa através das suas múltiplas cotizações, onde espelha seus conhecimentos e convicções concernente as situações do mundo.

Relativamente as situações do mundo, o sujeito anteriormente citado, vai exercer actividades que garantem uma vasta abertura com a sociedade na perspectiva de descobrir para além de outrem a si mesmo, em função de um processo de formação. Porém, incorpora-se nas formas de convivência e ideais que melhor se adapta. Na busca incessante de recursos, meios e fins adequados as suas aspirações.

Quanto as aspirações do homem, Platão afirmou ser necessário: “ cinquenta (50) anos para educar um homem” o que pode estar na base a sociedade e suas múltiplas manifestações culturais em que fazem parte, tendo em conta a família, o trabalho, associações etc. Estes elementos vão intervir directamente no processo educativo do homem, onde primeiramente vai formar a personalidade do ser humano. A formação da personalidade do homem, vai permitir que este como ser social interaja com o meio, participando em actividades escolares e socialização naquele grupo e nos outros em que fizer parte num determinado espaço e tempo.

Deste modo, ele avança apoiando-se ao tempo de vida que lhe é proporcionado, mesmo não sabendo da sua garantia de durabilidade na terra. Mostra-se disponível aos factos, disponível aos fenómenos e seus encantos, dá soluções aos problemas não ditos nem vistos como o sujeito, mas que em algumas circunstâncias podem servir de experiência e aprendizado. Vive descobrindo a vida, estudando sua existência através do cosmo. Desta feita afoga-se com a ciência, ressuscita através de sonhos, movendo galáxias pela forma genial de mover o pensamento. A primeira escola em que lhe foi sentenciada, não fora o saber ler e escrever, mas sim, a faculdade de emitir discurso a partir do choro, o som transmitido pela necessidade de afecto, a filosofia cantada através da persistência ou alcance de um objecto, a forma abrupta de desejar a chuva em seu leito, faz-lho destemido aos fortes ventos, mas que desejoso em tornar-se adulto e completo. Analisa as causas mais óbvias as mais delicadas, dando uma contramão a diversidade de situações, partindo do pressuposto de que estuda a vida conforme relatamos anteriormente.

Assim vê-se como um animal ainda a ser descoberto, pelo facto de ser uma pessoa insaciável aos seus desafios. Ora aqui, ora acolá, constrói por intermédio das suas reflexões os pontos fortes dos seus trabalhos, através das suas mais fortes convicções.

O homem ainda tão jovem pensa na possibilidade de fabricar dentro deste um outro mundo, onde não seja possível a voz da perda, mas sim um espaço de calma em que prevalece a linguagem afincada ao pensamento de construção ao tratar os seus problemas. Começa por admitir a credibilidade em ser milhões de vezes aquilo que para além de si almeja, contando com a intervenção de outros que fazem parte da sua genealogia ou coisa parecida. pois são estes que muitas vezes influenciam-no a crescer  afincado com a educação como  o veículo de mudança do homem.

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