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Discussão sobre tumultos durante greve dos taxistas termina em acusações entre MPLA e UNITA

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O deputado da Bancada Parlamentar da UNITA, Justino Pinto de Andrade, afirmou esta quarta-feira, 13, que os mais afectados durante os protestos aquando da greve dos taxistas ocorridos nos dias 28, 29 e 30 de Julho deste ano, foram os excluídos, aqueles que desconhecem o verdadeiro significado da expressão bem-estar social.

O deputado, que falava aquando da discussão na Assembleia Nacional durante a 7.ª Reunião Plenária Extraordinária da 3.ª Sessão Legislativa da V Legislatura, sobre as causas e consequências dos últimos tumultos em algumas províncias do país, que culminou em pelo menos 30 mortos e mais de 200 feridos, disse ainda que “foi em nome dos excluídos, que muitos cidadãos saíram às ruas e praticaram tais actos legalmente designados por vandalismo e pilhagem”.

A resposta mal se fez esperar, e veio do deputado do MPLA, Nvunda Salukombu que invocou a hipótese de existência de alguma mão “invisível” de actores políticos da UNITA por detrás de tais práticas.

Já o deputado Adriano Sapiñala, interveio, igualmente, para afirmar que “a UNITA e o seu líder Adalberto Costa Júnior constituem um pilar de estabilidade e segurança para a paz em Angola”.

Da Bancada Parlamentar do MPLA, respondeu a deputada Maria Odeth Tavares, para apelar a população a se abster de actos de vandalismos e pilhagem, e evitarem a instrumentalização.

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