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Dirigentes da UNITA divididos entre apreensão e optimismo sobre continuidade de ACJ na liderança do “Galo Negro”

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A informação veiculada nas redes sociais, neste fim-de-semana, sobre a possível destituição do presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, sob orientação do Ministério Público ao Tribunal Constitucional, deixou os dirigentes do maior partido na oposição apreensivos e ao mesmo tempo optimistas sobre a possível destituição e permanência de ACJ à frente dos destinos do “Galo Negro”.

O secretário provincial da UNITA em Benguela, Adriano Abel Sapiñala, escreveu nas suas redes sociais que “compete aos delegados ao congresso eleger o presidente do partido e os delegados ao congresso da UNITA elegeram ACJ entre os cinco concorrentes. Não pode ser um tribunal a eleger o presidente da UNITA”, destacou o político.

Por sua vez, o secretário provincial da UNITA em Luanda, Nelito Ekuikui, reagindo a tal informação, disse que no último congresso realizado, o presidente Adalberto Costa Júnior, não concorreu sozinho, disputou com os outros quatro quadros de renomes na UNITA, saindo como candidato eleito sem qualquer coação e ameaças aos delegados”, frisou.

De acordo com as informações postas a circular, o segundo candidato mais votado do último congresso, Alcides Simões Sakala, sucederia o actual presidente, Adalberto Costa Júnior, segundo orientação do Tribunal Constitucional.

O também jurista fez saber que “não pode pessoas de um tribunal, cujo o presidente terá dele desistido por razões conhecidas, vir do dia para noite a indicar um outro presidente para UNITA, disse e acrescenta que as coisas não funcionam desse jeito”, finalizou.

Para o então primeiro ministro do Governo sombra interino da UNITA Joaquim Nafoya, reagindo ao nosso jornal, disse que “o ataque ao Presidente da UNITA implica o ataque à democracia e ao povo angolano, com vista ao adiamento da realização do sonho há muito almejado, consubstanciado na alternância do poder por via democrática e concomitantemente na melhoria das condições de vida das populações”.

Joaquim Nafoya apelou aos membros, militantes, simpatizantes e amigos da UNITA, que devem manter-se calmos, serenos e atentos, porquanto, “a instrumentalização visível e frustrada do Tribunal Constitucional e a imprensa pública, pretende tão-somente criar divisão no seio do Partido com o objectivo de baralhar e confundir os eleitores”.

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