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“Dino” e “Kopelipa” serão ouvidos pela PGR nos dias 13 e 14 de Outubro

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A Procuradoria-Geral da República (PGR) adiou para os dias 13 e 14 de Outubro, as audições aos generais Leopoldino do Nascimento “Dino” e Hélder Vieira Dias Júnior “Kopelipa”, inicialmente marcadas para hoje.

De acordo com fonte ligada ao processo, o adiamento deveu-se a um pedido dos advogados dos generais, que estão a ser acusados de terem beneficiados dos negócios que o Estado teve com empresa China International Found (CIF).

Conforme o Correio da Kianda publicou anteriormente, os generais Leopoldino do Nascimento – antigo chefe das Comunicações do ex-presidente José Eduardo dos Santos – e Hélder Vieira Dias Júnior, ex-ministro de Estado e chefe da Casa Militar (actual Casa de Segurança), também na governação de José Eduardo dos Santos, terão se beneficiado dos contratos que o Estado celebrou com a CIF, no âmbito do extinto Gabinete de Reconstrução Nacional.

Histórico

Em Fevereiro deste ano, a PGR apreendeu em Luanda duas torres, com cerca de 25 andares, propriedades da empresa chinesa, de direito angolano, China International Fund (CIF).

Os edifícios denominados “CIF Luanda One” e “CIF Luanda Two” foram confiscados no âmbito da Lei sobre o Repatriamento Coersivo e Perda Alargada de Bens e da Lei Reguladora das Revistas, Buscas e Apreensões.

Uma semana antes, mais de mil imóveis no Zango 0 e no Kilamba, construídos com fundos públicos e que estavam na posse de entidades particulares, também foram apreendidos.

Foram apreendidos “24 edifícios, duas creches, dois clubes náuticos, três estaleiros de obra e respetivos terrenos adjacentes, numa área total de 114 hectares localizados na urbanização Vida Pacífica, no distrito urbano do Zango, município de Viana, na província de Luanda e 1108 imóveis inacabados, 31 bases de construção de edifícios, 194 bases para construção de vivendas, um estaleiro e respetivos terrenos adjacentes numa área total de 266 hectares localizados no distrito urbano do Kilamba, Município de Belas, na província de Luanda”, diz o comunicado da PGR publicado na ocasião.

Em resposta, o general Leopoldino do Nascimento “Dino” negou ser proprietário de qualquer dos imóveis citados e num comunicado disse que as alegações “não correspondem com a verdade dos fatos e atentam contra os direitos ao bom nome, honra e verdade” dele.

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