Sociedade
Defesa de Osvaldo Caholo levanta dúvidas sobre imparcialidade da justiça em vespéra da terceira sessão
A menos de 15 dias do novo julgamento, a defesa de Osvaldo Caholo manifesta reservas quanto à imparcialidade do processo, classificando-o como politicamente sensível.
Segundo o advogado Cláudio Rodrigues, o ambiente judicial levanta dúvidas sobre garantias de um julgamento justo, princípio consagrado por organismos como a Amnistia Internacional, que defende a independência dos tribunais e o direito a um processo equitativo.
“O ambiente que envolve o julgamento não oferece garantias suficientes de justiça plena, razão pela qual estrou céptico em relação à possibilidade de absolvição do seu constituinte”, disse, alertando aos condutores do processo para a adopção de uma postura judicialmente aceite.
O julgamento está marcado para 21 de Abril, devendo centrar-se na análise de questões prévias e nas alegações da defesa.
Recorde-se que o activista foi detido em Julho de 2025, acusado pelo Ministério Público de incitação à violência, apologia ao crime e rebelião.
