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Politica

Debilidades no sistema de drenagem na origem do rompimento do Canal do Cafu

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Debilidades no sistema de drenagem das águas, causadas por falhas na execução da compactação das placas, são as causas do deslocamento de placas numa das secções do Canal Condutor Geral do Cafu, no Cunene, na semana finda.

Com aproximadamente 157 quilómetros e um conjunto de 30 chimpacas, o canal aberto que tem como objectivo a transferência de água do rio Cunene, a partir da localidade de Cafu, no município de Ombadja, inaugurado em Abril de 2022 pelo Presidente da República, não resistiu às fortes chuvas que caem na região, tendo rompido em diferentes pontos.

“Idealizamos e projectamos uma obra também para resistir a situações dessa natureza. São as chuvas que são fenómenos extremos que ocorrem no Cunene. Sabemos como as chanas se transformam quando chove muito. São autênticos mares. Infelizmente, temos que reconhecer que houve uma falha”, disse o ministro João Baptista Borges, em declarações esta terça-feira, 07, à TPA.

Segundo o ministro, neste momento, será feito um trabalho “para não deixar que com as chuvas que se preveem cair até Abril possamos ter mais danos”. Contudo, somente após a diminuição do nível da água será possível avaliar totalmente os danos e iniciar obras que reabilitem o canal.

Com um custo de 137 milhões de dólares, o projecto pretende combater a seca severa e beneficiar um total de 230 mil habitantes e 255 mil cabeças de gado naquela região Sul do país, impulsionando a actividade produtiva na região.

“Quando as chuvas terminarem, no início de Março, vamos dar início a todos os trabalhos de substituição das placas de concreto do canal que estão danificadas e vamos substituir por placas novas. Vamos também construir um novo dique nas áreas em que as águas transpuseram o canal”, informou.

Formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo, a profissional actua no mercado de comunicação há 18 anos. Iniciou a sua carreira em 2004, apresentando um programa de rádio e logo migrou para a comunicação digital, para a impressa e, posteriormente, a institucional. Tem vasta experiência como web journalist, criação e gestão de redes sociais, tendo participado dos projectos de desenvolvimento de diversos sites, blogs e redes sociais governamentais, privados e do terceiro sector. Reside em Luanda desde 2012, tendo trabalhado como jornalista no portal de notícias Rede Angola, como assessora de imprensa e directora de Comunicação e Operações nas Agências NC - Núcleo de Comunicação e F.O.T.Y, atendendo diversos clientes governamentais e privados. Actualmente trabalha como editora do portal Correio da Kianda.

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