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Eleições 2022

“Dar autonomia a Cabinda é uma decisão de coragem, mas necessária” – afirma ACJ

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O Presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, reiterou mais uma vez, que em caso de vitória nas eleições gerais de 24 de Agosto, vai suspender militância do seu partido e dedicar-se exclusivamente a Presidência da Republica, tendo afirmado que caso o seu partido forme governo, deverá conceder autonomia administrativa à província de Cabinda.
O político que discursava em um acto político de massas realizado nesta quarta-feira, 03, disse pela “primeira vez, Angola vai ter um presidente da República que vai dedicar-se pelo país e ao seu povo”, e não servir o seu partido exclusivamente.

“Devido à experiência actual” que no seu entender, “cria uma realidade dos que pertencem e dos excluídos”, enfatizou.

Adalberto Costa Júnior falando para milhares de militantes e simpatizantes da UNITA, voltou a destacar a importância de devolver a terra como pertença do povo. Segundo o presidente dos “maninhos”, quando um governo nega dar a terra ao povo, torna povo pobre, porque os mesmos, não irão transformar o solo e potenciar-se.
“Temos que mudar o direito a terra para potenciar o povo”, sublinhou

O líder do maior partido na oposição, destacou ainda a necessidade de pôr fim ao conflito no inclave de Cabinda, devolvendo a Paz e segurança,l e reiterou que “não é possível viver num país onde uma parte está em Paz e outra em guerra”, lamentou o político.

O também candidato a Presidente da República, disse só pela via do dialogo o governo que será formado pela UNITA, vai “debater e negociar a autonomia para Cabinda com grande urgência”, tendo considerando como “uma decisão de coragem, mas uma decisão necessária”.

Na ocasião o presidente da UNITA apresentou aos militantes e simpatizantes do Galo Negro na província do Bié, o programa de governo do seu partido, para os próximos cinco anos 2022/2027, cogitando como uma ferramenta que vai transformar Angola e os angolanos, com vários programas, com destaque às medidas para Juventude, para área econômica, áreas sócias, para proteção as pessoas com deficiência física e para as crianças “e imensas medidas para o desenvolvimentos e reforma do Estado”.

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