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Angola que dá certo

Cuba: estudantes de medicina recebem apoio financeiro para formação especializada

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Os estudantes do curso de medicina, que se encontram a terminar a sua formação superior em Cuba, passam a beneficiar-se de um apoio financeiro, do Banco Económico.

A iniciativa está enquadrada na política de responsabilidade social e de apoio directo às comunidades, daquela instituição financeira, que desenvolve o programa BE Educação, iniciado em 2019, com o qual está a apoiar a conclusão das especialidades de estudantes angolanos licenciados em medicina na Universidade de Ciências Médicas de Santiago de Cuba.

A motivação, soube o Correio da Kianda, está relacionado com o facto de oitos estudantes angolanos terem obtido o título de Ouro, na carreira estudantil, em Cuba, juntamente com estudantes de outros 84 países, a quando da conclusão da sua licenciatura em Medicina, na Universidade de Ciências Médicas de Santiago de Cuba. Entretanto, as dificuldades financeira impediram os oitos angolanos, da lista, de continuar a formação nas várias especialidade da medicina, em 2019.

São três jovens médicas e cinco jovens médicos, cujas especialidades passam pela neonatologia, endocrinologia, neurocirurgia, cardiologia, gastroenterologia, medicina intensiva e de emergências, medicina interna e nefrologia.

Durante o período de especialização, o Banco Económico suportou os custos dos cursos, designadamente o pagamento da matrícula, das propinas, dos seguros de saúde e das ajudas de custo necessárias para a sua estadia em Cuba.

Os oito estudantes foram recentemente distinguidos numa cerimónia de recepção realizada no Banco, tendo contado com a presença do seu Conselho de Administração.

Com o investimento realizado neste projecto o Banco Económico contribui para a melhoria das qualificações da classe médica angolana, aumentando, a médio prazo, a entrada no sistema nacional de novos médicos devidamente qualificados.

O Presidente da Comissão Executiva do Banco Económico, Victor Cardoso, considerou um orgulho para a sua instituição ter apostado na formação destes oito jovens angolanos, que concluíram a sua formação com especial distinção e que seguramente irão notabilizar-se no exercício das suas especialidades e na contribuição para a melhoria do sistema nacional de saúde. Porque Angola precisa de jovens com formação e com vontade de contribuir para o bem-estar da população. E, neste âmbito, Angola e os angolanos podem contar connosco e com o nosso apoio”.