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Cuanza Norte: cidadãos lamentam estado de abandono das obras do novo hospital regional do Cazengo

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As obras do novo Hospital Regional de Urgência e Emergência, que funcionará no município do Cazengo, estão completamente paradas e em estado de abandono. De acordo com os populares que denunciaram ao Correio da Kianda, os serviços foram suspensos depois do lançamento da primeira pedra pela ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, e aquando a última visita do Presidente da República à província, “fez-se uma limpeza e de lá pra cá o terreno encontra-se num total estado de abandono, denunciam.

De acordo os responsáveis do Governo Provincial do Cuanza Norte, as obras não estão abandonadas, a paralisação “deve-se ao estudo do solo onde está a ser erguido o hospital e ao tempo de época chuvosa”.

Conforme relatam os cidadãos, as obras da nova unidade hospitalar regional nem teve inicio desde que foi lançada a primeira pedra das futuras instalações. Segundo eles, o ponto que está em paralisação dos serviços corresponde à fase primária, e não se sabe a previsão de serem retomados.

Ao contrário dos cidadãos que alegam que as obras estão abandonadas por se verificar neste momento um matagal no local onde foi lançada a pedra angular, o governo local diz que as obras já estão em curso, e que os problemas que estavam na base da paralisação estão solucionados. Por outra, fez saber que a construção do hospital regional é de responsabilidade do governo central e que o governo local só está a acompanhar o processo.

Segundo eles, as futuras instalações não irão beneficiar em nenhum momento os cidadãos do Cuanza Norte, em particular aos munícipes do Cazengo, porque, a distância do centro da cidade é de mais de 11 quilómetros, que vai dificultar a deslocação dos pacientes com dificuldade de transportes.

O outro sim, é falta de condições nos hospitais já existente, com realce ao hospital provincial que não tem as condições básicas. “Falta de medicamento, materiais hospitalares gastáveis e na necessidade de números de profissionais da saúde”. Isto verifica-se no hospitais municipal do Cazengo, do Catome, no hospital provincial, materno infantil, os centros de saúde de Sassa e na Kipata, os cidadãos que ocorrem nestes hospitais não têm tido um tratamento com digno.

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