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“Cuando Cubango é um dos bastiões da UNITA”, diz Adriano Abel Sapinãla

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O secretário provincial da UNITA, no Cuando Cubango, Adriano Abel Sapinãla, em sua conta numa das redes sociais, assegura que os cidadãos que foram apresentados como militantes da UNITA que aderiram às fileiras do MPLA, nunca militaram no Galo Negro, afirmando que não passam de indivíduos que pertencem à Casa Militar do Presidente da República, que “tentam a todo custo confundir a opinião pública”.

Em causa, está a informação veiculada no fim-de-semana de que mais de quatrocentos ex-militantes da UNITA naquela província teriam ingressado nas fileiras do MPLA, partido no poder em Angola, vindo de diversos municípios da “terra do progresso”.

Para o político, ao contrário da imagem que está a se tentar passar dos supostos militantes, a província do Cuando Cubango é um dos bastiões da UNITA, e é o ponto de partida para vitória do seu partido nas eleições programadas para 2022.

Entre os supostos rendidos constariam o secretário municipal da UNITA no Cuchi, a presidente do braço feminino da LIMA e o secretário municipal da JURA, do mesmo município.

A cerimónia de recepção aos mais novos militantes dos “camaradas” foi um acto de massa realizado em Menongue, dirigido pelo primeiro secretário provincial do MPLA no Cuando Cubango, Júlio Bessa.

“O nosso adversário quando nos atira pedra, dói-nos, mas é preciso que se convença que nós somos o MPLA, somos um partido forte que não se verga, aqui está a nossa resposta estruturada e coordenada”, provocou.

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