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Crise no P-NJANGO: militantes preparam estratégia para expulsar Dinho Chingunji da liderança

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Após o Correio da Kianda ter noticiado, na semana passada, a exoneração do vice-presidente do Partido Nacionalista para Justiça de Angola, António Barros, por ter exigido ao actual presidente Dinho Chingunji, transparência na gestão dos fundos do partido, neste fim-de-semana, centenas de militantes e altos dirigentes do P-NJANGO, reuniram-se e definiram uma estratégia para expulsar o líder desta força política angolana.

Segundo soube o nosso jornal, os militantes mostram-se agastados com a liderança de Dinho Chingunji e prometem fazer tudo para retirá-lo da “liderança actual com um processo criminal”.

Os mesmos acusam o antigo ministro da Hotelaria e Turismo da época do GURN, de “nepotismo, cabritismo e favoritismo”, o que tem causado mal estar dentro daquela agremiação política.

Os militantes dizem que Dinho Chingunji indicou um dos seus familiares para ser o seu director do gabinete. Por conta disto, as viaturas que haviam sido distribuídas em vésperas da pré-campanha e campanha eleitoral das eleições de 24 de Agosto deste ano, teriam sido recebidas e guardadas na residência do Presidente em vez de estarem ao serviço do partido.

Segundo a nossa fonte, Dinho Chingunji, apercebendo-se do que os militantes estavam a preparar, terá exonerado toda direcção. De acordo com o mesmo, a actuação do presidente, viola os princípios estatutários, no Artigo n°2, espelha a democraticidade na eleição do Vice Presidente, e de outros órgãos, mediante a convenção.

A fonte conta que no artigo 25° do estatuto atesta as competências do Presidente, porém, em nenhum momento, fixa a exoneração de toda direcção.

Os militantes “reunidos em mais de 5 horas, neste domingo, 23, além de acusarem Dinho Chingunji avançam que deve deixar a direcção do partido para um inquérito profundo dos desvios de dinheiro e meios”.

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