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Crise na CASA-CE: Abel Chivukuvuku nega acusação de desvio de fundos

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A posição do líder da CASA-CE, Abel Chivukuvuku, foi assumida em conferência de imprensa realizada ontem, terça-feira, em Luanda, na sequência daquilo que o próprio Abel Chivukuvuku classificou como “notícias atentatórias” ao seu “bom nome”.

“Venho declarar perentoriamente que são simplesmente calúnias de colegas que visam o lugar de presidente da CASA-CE, sem respeito as normas estatutárias, que determinam a eleição do Presidente em Congresso”, afirmou o líder da coligação.

Em causa estão notícias de uma queixa apresentada pelos líderes de cinco dos seis países que constituem a CASA-CE, acusando Abel Chivukuvuku do desvio de 15 milhões de kwanzas  da coligação.

“Os que estão comprovadamente envolvidos nessa trama serão responsabilizados”, acusou ainda Abel Chivukuvuku, na posição assumida hoje, que antecede a reunião do Conselho Presidencial da CASA-CE, agendada para quarta-feira, em Luanda.

A coligação CASA-CE foi formada antes das eleições gerais de 2012, pelos partidos PADDA-AP, PPA, PALMA e PNSA.

Entretanto, em maio de 2017, aderiram o Bloco Democrático e o Partido Democrático para o Progresso e Aliança Nacional de Angola (PDP-ANA), tendo a coligação duplicado, para 16, o número de deputados eleitos à Assembleia Nacional.

Na declaração de hoje, Chivukuvuku recordou que é “do conhecimento público”, que em 2012, por sua “livre vontade” disponibilizou “todos os recursos que permitiram o surgimento e a afirmação da CASA-CE em quatro meses”. 

“A CASA-CE foi criada durante um mês, em minhas instalações em Luanda a custo zero. Seis anos volvidos desde então, a CASA-CE ainda não concluiu a devolução do empréstimo. Quem tem dívida é a CASA-CE, e não é pequena coisa. Neste momento todos os materiais de propaganda e publicidade da CASA-CE, estão armazenadas em minhas instalações e os meios rolantes estacionados nas mesmas. Tudo grátis”, apontou o líder da coligação.

Acrescentou que “ao longo dos anos, sempre que a CASA-CE ficou sem recursos”, foi ele próprio a avançar com “empréstimos pontuais”, mas garante que nunca foi gestor da coligação 

“O meu nome não consta de nenhuma conta bancária da CASA-CE. Nunca movimentei dinheiros da CASA-CE. Nunca recebi salário ou subsídio da CASA-CE”, disse ainda.

“É lamentável, que numa organização que representa a esperança de milhares de angolanos, haja colegas ingratos e cuja postura é caracterizada pela mentira a calúnia e a maldade”, criticou ainda.

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