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Opinião

Covid-19 mostra que nossa nacionalidade é a humanidade!

Carvalho da Silva

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O vírus que causa o covid 19 começou na China , país situado no continente asiático ,e , tão  rápido propagou-se em outras regiões do planeta terra, ou seja,  na Europa, América e África.

O número de infectados e mortos, no mundo inteiro, soma e segue. O seu raio de destruição é enorme.

Neste momento  não há  nação  que não  esteja   aflita  por causa do coronavírus. É, no contexto actual, o princípal “calcanhar de aquiles” tantos de países desenvolividos e os subdesenvolvidos. Quem diria!

De hora em hora , na televisião , na rádio e  nos jornais,  acompanhamos  o desespero e gritos de socorros de governos e povos; eles vêem de todos os lados, Europa, América, Ásia e África. Não têm cor, tribo, religião, estatu social, se pobre ou rico etc. Não!

É  única e exclusivamente o desespero e o grito de socorro  da humanidade, que nos últimos tempos,  geme tensamente devido a acção de um “inimigo invisível e letal”.

Diante desse inimigo já não somos mais africanos, asiáticos, europeus ou americanos. Não somos mais pretos ou negros, pobres ou ricos, letratados ou iletratrados, ateus ou teístas. Diante desse inimigo já não vale mais “penso, logo, existo” (cosmovisão ocidental) ou “danço…logo, existo” (  cosmovisão africana).

O coronavírus declarado uma pandemia a 11 de Março do corrente ano  pela Organização Mundial da Saúde (OMS) fez cair por terra toda nossa maquilhagem que usávamos como ornamento para esconder nossa real  natureza  e está a mostrar nossa verdadeira identidade, a nossa verdadeira nacionalidade: a humanidade.

Afinal de contas, acima da cor, da tribo, do estatu quo… nós somos em primeiro lugar humanos.Tudo o resto,  como considerou  o autor do livro bíblico de sabedoria, Eclesiates, “é vaidade de vaidade”( Eclesiates 1:12). Em outras palavras o sábio estava  dizer tudo  o  resto é ilusório. Aparência e não realidade, filosoficamente falando.

Então, preservemos o que longe dos estereotipos e preconceitos de várias ordens  nos torna cumum, a humanidade.

Parafraseando o filósofo e Pedagogo brasileiro Paulo Freire, em sua obra  com o título ” A Pedagogia do Oprimido”, quando não somos capaz de enxergamos a humanidade  ao outro, nos tornamos desumanos.Quando enxergamos nos tornamos humanos.

 

*Jornalista e teologo

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