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Sociedade

COVID-19: Luanda ganha centro de acolhimento para famílias vulneráveis

Um centro provisório para acolher crianças de rua e adultos, em situação vulnerável, com capacidade para 250 pessoas, foi aberto hoje (segunda-feira), no Bairro dos Ramiros, município de Belas (Luanda), pelo governador Sérgio Luther Rescova.

Angop

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O centro provisório, montando nas mesmas instalações da casa da juventude dos Ramiros, visa acudir essa franja da sociedade no âmbito das medidas preventivas contra a pandemia do coronavírus (covid-19).

Neste espaço estão acolhidos cidadãos dos municípios de Luanda, Belas e Talatona, estando previsto, segundo o governador, que falava à imprensa, a abertura de locais do gênero nos municípios de Cacuaco e Viana, com capacidade para 300 pessoas.

Na ocasião, Sérgio Luther Rescova disse que estão a criar condições preventivas para esse grupo de cidadãos vulneráveis que, vivendo nas ruas, estão expostos a contraírem os vírus do covid-19 e podem ser veículos de contaminação de outras pessoas.
Inicialmente o grupo alvo são crianças, mas, apontou o governador, muitas delas estão acompanhadas dos seus progenitores e, nestes casos, não podem ser separadas, daí que os adultos também estão a ser recolhidos das ruas.

No entanto, o governante informou que no município de Viana será criado um local especializado para receber idosos, enquadrado um dos segmentos da sociedade com maior riscos, permitindo que essas pessoas em condições de vulnerabilidade sejam separados dos demais, em função das recomendações sanitárias.

No município de Cacuaco, prosseguiu, terá um centro, com capacidade para 100 crianças, só especializado para atender menores por não existir condições para acomodar adultos.

Disse ainda que o Governo de Luanda está associar esse trabalho com um conjunto de acções que visam a localizar os familiares destas crianças, porque nem todas estão na rua por falta de família.

Indica que na medida que forem recolhidas as crianças nas ruas, algumas serão encaminhadas para o convívio familiar e outras, sem família, continuarão a ser entregues aos centros preparados para o efeito.

Angola já registou sete casos positivos de covid 19, dos quais dois resultaram em mortes.

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