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Corpo de agente da Polícia Nacional desaparece na morgue no dia do enterro

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Restos mortais de um agente da Polícia Nacional, que em vida ostentava o grau de Agente de Segunda, exercendo a função de motorista da patrulha, estão a ser dados como desaparecidos, no dia das exéquias fúnebres.

Segundo disse à Rádio Correio da Kianda, um dos familiares, o seu ente querido sentiu-se mal depois da jornada laboral, fez recursos aos serviços sanitários, infelizmente a situação foi se agravando.

Inicialmente, a família alega que suspeitava de um suposto envenenamento, porém, as autoridades sanitárias descartaram a hipótese.

Nas primeiras horas desta terça-feira, data marcada pela família com anuência da corporação, onde pertencia o agente, para a realizar o funeral às 10h, a gaveta onde estavam os restos mortais estava vazia, e não há até o momento uma explicação plausível da direcção da morgue do hospital Maria Pia, em Luanda.

A nossa redacção continua a envidar esforços no sentido de apurar o que terá ocorrido de facto.

Jornalista multimédia com quase 15 anos de carreira, como repórter, locutor e editor, tratando matérias de índole socioeconómico, cultural e político é o único jornalista angolano eleito entre os 100 “Heróis da Informação” do mundo, pela organização Repórteres Sem Fronteira. Licenciado em Direito, na especialidade Jurídico-Forense, foi ainda editor-chefe e Director Geral da Rádio Despertar.

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