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Opinião

O contexto leva-nos a seguinte reflexão:

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Angola vai em Agosto próximo testemunhar eleições gerais, exercício que, vai definir alguma mudança de paradigma na cena política e no contexto social do país. Os Angolanos hoje, estão divididos ou seja, é simples identificar o protótipo do eleitorado que, vai às urnas em Agosto, em função de vários factores. A situação política e social do país conceberam dois grandes grupos, muito embora, tais grupos não sejam recentes. Entretanto, não foram tão visíveis nos pleitos anteriores. Ora, vejamos são vários, os cidadãos que, diariamente contestam as políticas fracassadas do partido-estado (MPLA), aliás, quantos não reclamam da falta gritante de energia eléctrica hoje, da falta de emprego, da falta de assistência médica e medicamentosa, do mau serviço das forças de segurança, das vias esburacadas e completamente intransitáveis? Quem hoje não defende que, Angola está uma desorganização total fruto da partidarização das instituições, quem não reclama ou reclamou do mau serviço da TPA nos últimos tempos? Se até os professores mostraram-se agastados na semana finda, pelas promessas e políticas falhadas do executivo! Ora, diante dessas situações, o pensamento neste momento, resvala para um único fosso, o do voto por contestação.

Vamos entender melhor: fruto das políticas e promessas mal cumpridas do actual governo, os Angolanos já não se veêm dispostos a depositar algum voto de confiança ao mesmo, isto é tão visível nas constatações que, muitos de nós fazemos quase sempre, nos bairros, na imprensa, nas redes sociais, nas universidades e em outros círculos, o povo já não tem ou não vê gosto algum em votar para o actual regime. Por outro lado, há inúmeros cidadãos que, diariamente e de modo consciente abraçam os propósitos da UNITA. Talvez há quem ainda questione ou duvide dos factos, mas, esses são tão reais e remetem-nos à uma perspectiva, que é a do voto por adesão.

Entendamos o seguinte: o cidadão pode até pertencer ou ter pertencido à esta ou aquela força política, porém, quando as suas aspirações não atrelam-se ao programa do seu partido, o voto deste será por adesão a outrem e mais, uns até defendem os aspectos inerentes à matriz ideológica e por este e outros factos, de modo consciente muitos cidadãos dão amostras claras de que, em Agosto o partido-estado não terá muitos votos ao ponto de renovar o seu mandato. A cada instante, o partido dos camaradas se afasta mais do poder político.

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