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Politica

Conflito no Oriente Médio anulará todos os esforços da comunidade internacional – SADC

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Num comunicado divulgado esta quarta-feira, 12, o presidente em exercício da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) e da República de Angola, João Lourenço, disse que a escalada das hostilidades entre Israel e a Palestina terá um impacto negativo e “anulará os esforços da comunidade internacional na busca de uma paz e segurança sustentáveis no Médio Oriente”.

A  SADC condenou, igualmente, todos os actos de violência no conflito israelo-palestiano e apela às partes envolvidas a pautarem pela contenção. No comunicado, a organização manifesta também “profunda preocupação com a perda de centenas de vidas de civis inocentes, em ambos os lados, e a destruição de propriedades.

“Os efeitos negativos deste conflito levarão, sem dúvida, ao aumento do número de deslocados internos, particularmente dos grupos vulneráveis de mulheres, crianças e idosos”, lamenta,  a organização.

À comunidade internacional, a SADC apela para “apoiar as partes com a ajuda humanitária necessária, especialmente para as vítimas e os deslocados internos abrigados nos centros de refugiados ou de deslocados”.

“Todas as partes interessadas relevantes e à comunidade internacional para que dialoguem com as partes envolvidas no conflito de modo a recorrerem à negociação na busca de uma resolução pacífica do conflito, em conformidade com as resoluções da ONU anteriormente adoptadas, reconhecendo a existência dos dois Estados, lê-se.

O Hamas, no poder na Faixa de Gaza desde 2007, lançou a 07 de Outubro um ataque surpresa contra o território israelita, sob o nome de operação “Tempestade al-Aqsa”, com o lançamento de milhares de ‘rockets’ e a incursão de rebeldes armados por terra, mar e ar.

Conforme publicamos esta manhã, o número de mortos na Faixa de Gaza subiu para 1.200, na sequência de um aumento dos bombardeamentos israelitas sobre o enclave palestiniano controlado pelo movimento islamita.

https://correiokianda.info/mortos-na-faixa-de-gaza-aumentaram-para-mais-de-mil/