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“Como um profissional pode viver tantos meses sem salário?”

Redação

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Impossibilitados de organizar eventos culturais de massas, devido a covid-19 que assola o país, desde Março, os profissionais desse segmento de actividade iniciam, hoje, uma série de vídeoconferências, para encontrarem soluções para o auto-sustento.

O objectvo é debater, conscientizar e encontrar soluções para os organizadores de eventos e o público em geral, relativamente à situação de pandemia que o país vive, através de  uma série de lives streamings, nos dias 6, 13, 20 e  27 de Agosto, sob égide da promotora Meraki.

“Com o surgimento da covid-19, um dos sectores que mais sofreu é o dos eventos. Factores como o distanciamento social e limitações de mobilidade têm-se mostrado letais para um sector que emprega milhares de profissionais”, consentem os organizadores em nota à imprensa.

A ser transmitido em directo simultaneamente nas plataformas digitais Youtube e Instagram, o evento, segundo o informe, irá responder questões como: “Será que a nível digital poder-se-á encontrar soluções para esta crise?”, “Como um profissional pode viver tantos meses sem salário?”.

“Quais os desafios e oportunidades deste sector?” e “Como poderão os produtores e organizadores de eventos criar em tempo de crise?” são igualmente questões a serem discutidas nos encontros da Meraki, empresa de consultoria, produção e organização de eventos corporativos.

Segundo o comunicado divulgado pela Angop, as sessões serão dirigidas pela jornalista Joice Neto e terá como convidado, no primeiro dia, Kayaya Júnior, em representação da Associação Angolana de Profissionais e Promotores de Eventos e Cultura (APPEC) e Step Eventos.

Rafael Kiso, especialista em marketing digital, fundador e CMO da mLabs e eleito melhor profissional de planeamento digital no Brasil, é o segundo convidado, para debruçar-se sobre as “Soluções de marketing digital para eventos”, adianta o documento.

De acordo ainda com a nota, o terceiro Live será prestigiado por Wilson Ganga, co-fundador do Tupuca, responsável pelos serviços T’Leva e G-smart, e Lay Van-Dunem, gestora de projectos DOLABOB – Axi Luanda, com participação nos dois últimos dias, respectivamente.

“São inúmeras as vítimas invisíveis da covid-19, desde empresas de audiovisual, luz e som, decoradores e designers de interiores (cenógrafos, carpinteiros, metalúrgicos e artesãos), de catering e restaurantes, de animação e espetáculos e produção gráfica”, enumera.

A lista, na apreciação dos organizadores dos referidos eventos online, integra também artistas, pelo que dizem urgir encontrar-se alternativas para a subsistência desses profissionais, numa altura em que Angola contabiliza 1.395 casos confirmados desde o início da pandemia.

Por Angop

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