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Angola que dá certo

CNJ trabalha para arranque das cidades agropecuárias da juventude

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O presidente do CNJ, Isaías Kalunga, trabalhou esta segunda-feira, 8, na província de Benguela, Município do Lobito, durante 24 horas, com perspectiva de se fechar parceria com empresas estratégicas que irão, nos próximos dias, dar suporte ao projecto do CNJ que visa participar na estratégia do Executivo na conquista da independência alimentar.

A CAJA (Cidade Agropecuária da Juventude Angolana) visa criar em cada um dos 164 municípios do país, uma cidade agrária capaz de acolher os jovens que se dedicam ao campo, bem como ajudar a baixar os níveis de desemprego, uma vez que a CAJA irá absorver um total de 98 400 00 postos de empregos directos até a sua materialização total, perspectivada para 2025.

Facto esse que levou o presidente do CNJ a visitar a fábrica de fertilizantes e análises de solo, empresa especializada para ajuda ao sector da agricultura.

Na empresa Angata, o presidente do CNJ foi recebido pelo Director Geral, Domingos David, que na ocasião manifestou a sua alegria em ver a sua empresa ser a escolhida para apoiar um projecto de tamanha importância a nível nacional. Por sua vez, o presidente do CNJ, depois de uma visita guiada às instalações, mostrou total alegria ao saber que uma empresa dessa vergadura seja liderado desde a direcção ao corpo de funcionários tudo por cidadãos nacionais e 87% por força jovem.

Isaías Kalunga informou que em Junho, na província do Bengo, comuna do Quicabo, será lançado o projecto onde a empresa ANGATA e o CNJ irão assinar oficialmente o protocolo que os conduzirá para o total apoio de materialização do CAJA.

Isaías Kalunga afirmou que além dos parceiros, as terras também já estão a ser cedidas fruto da intervenção do presidente João Lourenço, que por intermédio do Ministério da Administração do Território os Governos Provinciais estão a disponibilizá-las para o efeito sem quaisquer sobressaltos e o financiamento para materializar o projecto piloto no Bengo já está disponível, apenas a aguardar pela conclusão da legalização das 60 cooperativas que irão se instalar no local.