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Politica

CNJ recolhe contribuições para realização do Fórum Nacional da Juventude

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O Conselho Nacional da Juventude reuniu-se, nesta quarta-feira, 04, na Mediateca Zé Du, em Luanda, com diversas organizações juvenis, entre filiados e não filiados à CNJ para a busca de concertação e criação de um grupo técnico para a recolha de contribuições para a realização dos fóruns distritais, municipais e provinciais e que culminará com o Fórum Nacional da Juventude, durante o qual serão abordadas as problemáticas da juventude angolana.

O objectivo, segundo fez saber o presidente Isaías Kalunga, é de colher contribuições, através de diálogo em que todas as organizações se revejam aquando da realização do pré-encontro.

Assim, o grupo técnico fica integrado pelas organizações das associações juvenis dos partidos políticos, nomeadamente JMPLA, JURA, JFNLA, JURS, JPDPANA, Juventude Patriótica, representadas cada um com um membro de direcção, bem como as organizações juvenis não politicas como a UNE-Angola, a Associação Nacional de Apoio à Juventude Cristã, a GiraJovem, a Associação de Educação Cívica de Angola, além de uma associação cultural, uma filantrópica e uma estudantil.

O presidente da Associação de Educação Cívica de Angola, Valdir Cónego, apelou ao presidente do Conselho Nacional da Juventude, a levar as preocupações dos jovens e reportá-las directamente ao Presidente da República. Para ele, deve ser criado um encontro, o mais rápido possível, dos líderes de cada uma das organizações juvenis com João Lourenço.

“Que o presidente do CNJ leve essas preocupações ao PR, que os líderes da juventude precisam reunir com ele, o mais rápido possível, para apresentar os problemas da juventude e daí, darmos passos, todos nós, para os problemas de nós mesmos”, disse.

Já presidente do Fórum de Jovens Docentes, Daniel Pereira, disse que a sua maior preocupação é a necessidade de despartidarização da juventude, por entender que as organizações juvenis partidárias têm sido privilegiadas, em detrimento das demais.

Daniel Pereira advogou ainda a inclusão das organizações juvenis sedeadas fora de Luanda, bem como a realização de eventos desta natureza nas demais províncias.