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CNE recusa trancar listas de votantes, UNITA teme fraude e enchimento de urnas

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A Comissão Nacional de Eleições (CNE) de Angola recusou hoje que os delegados tranquem as listas de votantes após o fecho das urnas e a oposição teme que sejam incluídos e contados boletins de quem não votou.

“O enchimento das urnas não é uma criação angolana, ela ocorre em todo o mundo onde haja esta possibilidade, onde haja sobra de boletins de voto nas mesas” e “listas não são trancadas”, com assinatura e bloqueio de todos os nomes que não compareceram durante o horário de funcionamento das eleições, afirmou David Horácio Junjuvili, representante da União para a Independência Total de Angola (UNITA) na CNE.

Analistas e as próprias autoridades já admitiram que existem pelo menos dois milhões de votantes “fantasma”, entre mortos e emigrantes, dos 14 milhões de eleitores indicados nos cadernos eleitorais.