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Cimeira do G20 marcada por forte tensão devido a guerra na Ucrânia

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A cimeira do G20, em Nova Deli, na Índia, teve início esta quarta-feira, 1 de Março, num ambiente tenso, por causa das diferentes posições em relação à guerra na Ucrânia.

O Chefe da Diplomacia da União Europeia, Josep Borrell, afirmou que a guerra deve ser condenada e garantiu que enquanto a Rússia não parar continuarão a apoiar a Ucrânia.

“A nossa posição é clara. A guerra deve ser condenada. A Rússia tem de parar e retirar-se. Enquanto isso não acontecer, vamos, ao mesmo tempo, apoiar a Ucrânia e manter a porta aberta para qualquer tipo de aproximação que possa trazer paz”, disse Borrell.

A partir de Tashkent, no Uzbequistão, o secretário de Estado dos EUA disse não planear encontrar-se com os homólogos chineses ou russos.

“Agora, todos sabemos a verdade, que a guerra pode acabar amanhã ou hoje, se o presidente Putin assim o decidir. Ele começou-a e pode pará-la. A um determinado nível é tão simples quanto isso e não devemos esquecer esse facto. Ninguém deve perder de vista o facto de termos um agressor e uma vítima”, afirmou Antony Blinken.

À chegada à Nova Deli, o ministro dos Negócios Estrangeiros russo encontrou-se com o homólogo turco, que lhe agradeceu a ajuda após o terramoto. Noutra reunião com o homólogo indiano, Sergei Lavrov disse que a Rússia e a Índia não aceitam práticas “neocoloniais” como sanções unilaterais, ameaças e chantagens contra estados soberanos.

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