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Opinião

Cimeira da SADC abre portas para elevar o Ensino Superior

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Angola ao assumir a presidência da SADC, do ponto de vista do ensino, abre-se uma oportunidade para beber de experiência dos nove países membro que integram o ranking das melhores universidades de África (e do mundo?).

No meu entender, abre-se uma oportunidade para o sector do Ensino Superior, durante a cimeira criar conexões com os nove países membros da região que se encontram bem posicionados no capítulo da educação como é o caso da África do Sul, Botswana, Lesotho, Malawi, Moçambique, Namíbia, Suazilândia, Zâmbia e Zimbabwe.

Aliás, se os países membros criarem uma avaliação qualitativa do ensino a nível da região, para não dependerem de outros continentes, uma vez que poderíamos avaliar a qualidade de ensino do continente através de ensino comparado.

Se aprofundamos empenho no capítulo da investigação e Comunicação poderemos ter resultados positivos em pouco tempo. Para que isso aconteça é necessário que as Instituições de Ensino, Públicas e Privadas, dos países criem diálogo de cooperação permanente para o desenvolvimento da educação e aprendizagem nas Universidades da região.

Em Angola, a Cimeira ocorre sob lema: “Capital humano e financeiro: Os principais factores para a industrialização sustentável da região da SADC”, pela República de Angola não deriva de mero acaso, mas sim, dos principais desafios e oportunidades que o país pretende alcançar, por via da estratégia e plano de acção da presidência já aprovados, e indica bem o que se espera dos cidadãos, das famílias e das instituições.

O evento decorre de 8 a 17 de Agosto, na capital do país, tornando-se no centro das discussões dos temas, assuntos e acções ligadas à SADC, que deverá realizar no dia 17 de Agosto a 43ª Cimeira de Chefes de Estado e de Governo.