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Sociedade

Cidadão morto a catanada em retaliação

Um cidadão de 20 anos de idade foi morto a catanada e pedras pelos familiares do seu amigo que o mesmo alvejou mortalmente, a tiro, enquanto caçavam, na comuna de Camame, município do Ngonguembo, província do Cuanza Norte.

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O facto foi revelado à Angop, esta quarta-feira, em Ndalatando, pelo responsável da área de pesquisa de informação e programas do Gabinete de Comunicação Institucional e Imprensa do Comando da Polícia Nacional no Cuanza Norte, primeiro subchefe Alberto Velinho, quando fazia o balanço da situação delituosa dos últimos sete dias na região.

Esclareceu que a vítima, identificada por Vicente Damião Tomás, foi agredida até a morte com catanas, paus e pedras no passado dia 22 do mês em curso, no bairro Kingola, pela mãe do amigo, juntamente com um dos filhos e cunhado, após dirigir-se à casa deste para informar aos familiares o incidente.

 Referiu que o incidente ocorreu as 01H00 da madrugada do mesmo dia quando Vicente Damião Tomás disparou inadvertidamente com uma arma de caça contra o seu amigo, enquanto caçavam numa fazenda, nas imediações do rio Calumbo, provocando a morte imediata ao companheiro, identificado por António Domingos Francisco, um menor cuja idade não foi especificada,

O responsável adiantou que os autores da suposta prática de justiça por mãos próprias, que chocou a comunidade local, foram já detidos para serem entregues às instâncias de justiça:

De acordo ainda com Aberto Velinho, ao longo da semana finda a corporação registou na província 27 delitos de natureza diversa, menos 19, comparativamente a igual período transacto, tendo sido esclarecidos 17, representando uma operatividade na ordem de 63 por cento.

Em consequência desses crimes, foram detidos 19 cidadãos por suposto envolvimento nos mesmos.

Onze ofensas corporais voluntárias, entre simples e graves, seis furtos, cinco roubos e uma resistência contra autoridades, constam igualmente entre os crimes notificados.

De acordo com a fonte, os municípios de Cazengo (capital da província), com 19 delitos lidera o gráfico criminalístico, enquanto Cambambe e Ngonguembo registaram dois crimes cada, seguidos pelos os de Ambaca, Golungo Alto, Banga e Quiculungo, com um caso cada.

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