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CHIVUKUVUKU é da CIA e do SINFO diz Adalberto Katchiungo

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As afirmações são de Adalberto Katchiungo até então Secretário executivo da CASA-CE na Huila.

“Triste ver um intelectual a ter um comportamento deste, pergunto a ele que tipo de Oposição quer? Na UNITA, já não serviu. Na Antiga renovada, onde Eu também pertenci, foi sempre um confucionista que não aceita subordinação. Agora na CASA também já não, que pessoa e este? O que quer? Chego a conclusão: este meu Amigo não está com a Oposição, está a mentir, perante isso desejo ao meu Irmão boa viagem, nos deixe em paz e a Huila vai avançar”, foram estas as palavras usadas pelo político Domingos Francisco Sobral contra Adalberto Katchiungo, igualmente político.

O político recorreu a rede social facebook para debitar o seu descontentamento para com a CASA CE.

Adalberto Katchiungo – Parte 1

Esta foi uma resposta que tive que dar ao meu amigo e ex-companheiro Sobral, secretário da Casa-ce no Kwanza-Sul. Pode ter algum conteúdo útil para se saber a quantas anda a Casa-ce por dentro.

Dizia ele:

“O Sobral precisa aprender a escrever bem em língua portuguesa para comunicar bem com as pessoas.

O que quero? Quero fazer política com valores; política assente na verdade e não na mentira; na integridade e não na manipulação de pessoas inocentes; na transparência e não na opacidade de informações relevantes; no tratamento igual entre membros e não na promoção de desigualdade por banalização ou subversão das competências dos supostos órgãos estatutários. Digo suposto órgão estatutário, porque não sei qual é a norma fundamental na Casa-ce, se são os Estatutos ou os Acordos Constitutivos, tal como eu questionei ao vosso presidente e ele não soube responder convenientemente.

Precisam dizer ao Abel Chivukuvuku que não existem, do ponto de vista jusfilosófico, documentos políticos e documentos jurídicos, quando estamos diante de instrumentos normativos pactícios. Os pactos (quer Estatuto quer qualquer outro tipo de Acordos – pactos inominados ou atípicos) nascem de uma negociação política, mas ganham cunho Jurídico a partir do momento que são aprovados e tem tutela judicial. Aquilo que ele disse foi uma barbaridade, ele tem que estudar um pouco mais as coisas antes de falar do que não sabe. Ele tem que aprender a ser humilde, porque ninguém sabe tudo nesta vida e quando não se sabe de algo, é melhor ficar calado do que dizer barbaridades com a cara mais deslavada.

Vocês todos estão descontentes, mas fingem que está tudo bem.

Não foi você que disse, nesta reunião, de que os membros da direção da Casa-ce não são solidários, são muito agarrados? As pessoas passam dificuldades nem mil Kwanzas eles conseguem dar! E ainda exploram trabalho alheio de forma gratuita e dizem que é um ponto forte. Aquilo não é ponto forte, aquilo é escravidão moderna, até é ilegal (inconstitucional) explorar trabalho alheio sem remuneração.

Quanto às tuas referências tenho a te dizer, sinto orgulho pelas passagens políticas que tive, porque deixei obra construída do nada. Também aprendi muito com muito boa gente com quem lidei. Na Jura fui eu que mudei o paradigma que está a ser seguido até hoje, a Jura deixou de ter Conferências Nacionais e passou a ter Congressos, com os seus órgãos a serem eleitos pelos membros da Jura e não nomeados pela Direção da Unita, como era antes. Ao retirar o poder dos mais-velhos para deixarem de nomear o secretário geral da Jura e deixarem de indicarem quem seriam os membros do comitê nacional, custou-me muitos desentendimentos e dissabores, mas valeu a pena, a minha ideia vingou e o paradigma que impus está em vigor até hoje.

Na Casa-ce fui convidado pelo Abel, e comecei do zero cá na Huíla, e chegou a ser uma organização bastante respeitada cá na Huíla, podes crer. Sabias que o senhor Governador da Huíla já não convoca o Conselho de Auscultação e Concertação Social (agora mudou de nome), desde Março do ano passado, pelo peso das nossas intervenções? Isto significa que construímos alguma coisa. Porque o debate neste fórum, quando eu lá estivesse, era forte, cientificamente sustentado e bastante construtivo.

Pelo menos a Unita tinha uma virtude que a Casa-ce não tem, mesmo com pouco, sabia remunerar o nosso esforço, a Casa-ce abusa da boa vontade das pessoas, quer fazer do voluntarismo a regra, enquanto os dirigentes em Luanda vivem à custa do esforço das pessoas da base. Ainda são ingratos e não solidários.

Outras coisas são muito profundas, você não tem capacidade de as entender, meu amigo e ex-companheiro”.

Etu mu dietu… Sds.

KATCHIUNGO – PARTE 2

Um comentário para os meus amigos ficarem alerta, não cometerem o erro que eu cometi, e desconfiarem sempre das intenções de alguns políticos da nossa praça.

Não se iludam com o verbo, de boas intenções até o inferno está cheio.

Desculpem os que me seguiram nisso, eu estava enganado, mas não tenho o direito de continuar a vos enganar a troco de algum status pessoal.

A minha participação política é axiológica, para mim só vale se juntar algum valor acrescido real no sentido de viabilizar a Angola e os angolanos.

De contrário, não passa de charlatanice.

Fiz esse comentário no post sobre o comício que Abel Chivukuvuku fez ontem no Lobito, a Casa-ce é um embuste, é uma armadilha, mas quem montou esta armadilha vai ser ele próprio também vítima da sua própria armadilha.

Agora que conheço melhor a peça (Abel Chivukuvuku), tenho o dever moral de ir chamando atenção sobre os cenários dos seus aliados de hoje de circunstância.

Dizia eu, meus amigos!

A Casa-ce não é oposição, a casa-cê é uma manobra de diversão para atrair o voto cansado com a governação do regime do Mpla e desconfiado da Unita.

Coitado desse nosso povo angolano, quase sempre ignorante e vítima da manipulação fácil.

Brevemente, vou fundamentar o que estou a querer vos dizer.

O Abel tem dois patrões, o Sinfo e a Cia, desconfio que o Sinfo não conhece bem o carácter do Abel, a qualquer altura poderá trai-los também e vão chorar amargamente por se terem metido com ele. Não se confia num homem que não mede meios para atingir os seus fins.

Um homem que passa por cima de acordos livremente firmado por ele para atingir um determinado objetivo de conveniência imediato, não é e nunca foi confiável.

Um homem assim não tem escrúpulos nem carácter e o Sinfo vai se arrepender de se ter metido com o Abel. Podem crer!…

Etu mu dietu… Sds.

NOTA: Esta é uma “novela” cujo desenrolar a equipa do CORREIODAKIANDA acompanhará, certamente!

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