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Chivukuvuku apontado como o melhor para liderar frente da oposição em 2022

António Cassoma

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Após a conferência de imprensa tripartidária realizada na manhã desta quinta-feira, 18, pelos líderes dos partidos políticos na oposição, UNITA, Adalberto Costa Júnior, Bloco Democrático, Justino Pinto de Andrade e o coordenador geral do PRA-JA-Servir Angola, Abel Epalanga Chivukuvuku, o Correio da Kianda ouviu os cidadãos sobre o impacto político de tal acção e sobre quem possivelmente poderá liderar esta frente unida da oposição para as eleições em 2022. Os nossos entrevistados foram unânimes em apontar o líder do PRA-JA-SA para liderar este movimento.

Kim de Andrade Kabandassule, activista politico, diz que a sociedade está dividida, mas garante que Abel Chivukuvuku é que melhor reúne consenso.

“Tudo isso dificulta o processo, mesmo à nível da instância superior desta união tripartida. Entre o Abel Chivukuvuku e o Adalberto Costa Júnior, a sociedade está dividida, mas honestamente, devia-se olhar para a prioridade (interesse nacional). O Abel Chivukuvuku é um líder que apresenta inúmeras vantagens, quer seja para a política interna, como externa do país, pela dimensão do seu carisma político”.

O activista cívico Albano Bingu-Bingu, um dos “revús” que estava arrolado no processo mediático dos 15+2, afirma que não há dúvidas que é Abel Chivukuvuku que reúne maior consenso entre os três líderes que formam a união tripartidária”, disse.

Albano entende que “neste momento, seria uma surpresa para contrapor o MPLA, porque eles já têm todos os meios para romper com Adalberto Costa Júnior”, justificou.

Já o músico de intervenção social Adão Bunga, conhecido por Mc Life, disse que apesar desta plataforma “não resultar em nada”, por alegadamente não reunir consenso com todas as forças políticas na oposição, é de opinião que tal movimento deve ser liderado por Abel Chivukuvuku.

“Uma plataforma forte tinha que envolver todos os partidos da oposição, por isso, não vai dar em nada”, disse e avança que “mais ainda acho que podem meter Abel como líder desta plataforma face às discriminações que ACJ tem sofrido”.

O escritor e gestor Guilherme Orange louva a iniciativa das três forças políticas na oposição. E assegura que é nessa visão de união de todos que poderão conquistar a tão sonhada retirada do MPLA no poder. Guilherme lamenta a ausência das demais formações políticas, afirmando que “em Angola ainda temos partidos que não ousam desafiar o regime”, disse.

Quanto quem deve ser o líder desta frente, o escritor disse que o “critério deve ser o cientifico. O maior na oposição”, disse.

Durante a conferência tripartidária, que ocorreu numa das unidades hoteleiras em Luanda, foram abordados temas relacionados com a situação político, económica e social de Angola.

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