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Economia

Chevron desmente suspensão da produção de petróleo em Cabinda

Redação

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A companhia está entre os maiores produtores de petróleo no País, com uma produção diária média de 97.000 barris de líquidos e 324 milhões pés cúbicos de gás natural em 2019.

A subsidiária da Chevron em Angola, a Cabinda Gulf Oil Company (CABGOC), mantém a produção de petróleo na província de Cabinda, permitindo o acesso às suas instalações apenas do pessoal necessário para manter as operações, tendo em conta a necessidade de reduzir os riscos associados à COVID-19, revela a companhia em comunicado.

A empresa desmente assim notícias que davam conta da suspensão das operações em Cabinda, explicando que “nos últimos dias, a CABGOC reduziu de forma significativa o acesso às instalações em Luanda, Cabinda e na Base de Malongo, para minimizar a exposição do pessoal essencial e permitir a entrada restrita do pessoal crítico necessário para executar as operações com segurança”.

“Com esta medida, pretendemos garantir estabilidade e operar de forma segura e confiável o nosso negócio de base em Angola”, indica o comunicado da petrolífera, que por causa da pandemia do Coronavírus “está a monitorar de forma contínua o impacto deste surto à volta do mundo e em Angola”, tendo implementado “protocolos internacionais em parceria com as autoridades locais de saúde sob a orientação do Plano Nacional Angolano e do Ministério da Saúde”.

“Neste momento, a nossa prioridade é assegurar o bem-estar e a segurança dos nossos trabalhadores e os seus familiares, e estamos a tomar as medidas de precaução necessárias para reduzir o seu risco de exposição”, garante a petrolífera, que assegura desenvolver a sua actividade “de forma responsável a nível social e ético”.

“Continuamos a trabalhar em parceria com o Governo angolano para garantir a gestão desta pandemia tendo em conta a nossa primeira prioridade, que é a protecção e a segurança das pessoas e do ambiente”, conclui a nota.

A CABGOC opera duas concessões em nome dos seus parceiros no Bloco 0 (Sonangol, 41%, Total, 10%, e ENI, 9,8%) e no Bloco 14 (Sonangol, 20%, Angola Block 14 B.V, 20%, ENI, 20%, e Galp Energia, 9%.

A companhia lembra que está “entre os maiores produtores de petróleo no País, com uma produção diária média de 97.000 barris de líquidos e 324 milhões pés cúbicos de gás natural em 2019”, empregando mais de 2000 trabalhadores angolanos, com mais 88% da força de trabalho nacional.

 

Jornal Mercado

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