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Certificados de formação académica e profissional de Angola serão reconhecidos a nível mundial, diz MAPTSS

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Certificados de cidadãos formados em qualquer área de formação académica e profissional em Angola, “agora tem covalência internacional para o mercado de trabalho”, garante ministra da Administração Pública Trabalho e Segurança Social, Teresa Rodrigues Dias.

Esses pronunciamentos foram recentemente dados no acto de empossamento da direcção do Instituto Nacional de Qualificações (INQ), aprovado, pelo Conselho de Ministros, em 23 de Julho de 2022.

Para Teresa Rodrigues Dias, o processo de certificação é da responsabilidade do Instituto Nacional de Qualificações (INQ).

A ministra afirma ainda que, a criação deste instituto, passou por um processo instruído pelo Gabinete de Quadros da Presidência da República, com engajamento da União Europeia, no sentido de trazer outras valências.

Por outro lado, Teresa Rodrigues Dias, lembra que durante anos, os quadros angolanos que pretendiam trabalhar no exterior, não tinham valências equivalentes para serem bem enquadrados, por isso, foi criado o INQ, para permitir o quadro nacional de qualificações.

“O INQ, vai permitir a existência de um catálogo de qualificações, que será a peça fundamental para a funcionalidade do Instituto”.

As qualificações serão arrumadas por grupos de famílias ou sectores, nomeadamente, Agrícola, Saúde e outros. Para os quadros angolanos, passarão a ter valências que vai permitir trabalhar em outros países com a mesma qualificação adquirida em Angola, “realçou ela”.

No entanto, o estatuto do Instituto recomenda um alinhamento com o Ministério da Educação, concretamente no âmbito da acreditação e reconhecimento, e, é daí que vai ter um representante na direcção.

Segundo a nova directora do Instituto Nacional de Qualificações, Edgarda Sacramento Neto, a formação feita em Angola vai valer para outros países da África e Europa.

O instituto, “vai ter dez níveis de qualificação para uma formação que vai até ao nível seis”, referiu a directora.