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Celso Malavoloneke defende parcialidade nas notícias sobre crime

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Durante a preleção feita no Anfiteatro do Ministério do Interior, sito na Baixa de Luanda, Celso recorreu à sua condição de Professor de jornalismo para justificar a sua defesa que reconhece ser apenas uma das muitas correntes existentes sobre o assunto.

Falando para uma população composta por jornalistas e funcionários do Gabinete de Comunicação Institucional e Imprensa, do Ministério do Interior, a vários níveis, o Secretário de Estado da Comunicação Social, Celso Malavoloneke, defendeu, na manhã desta Quarta-feira, em Luanda, uma postura que evite a equidistânciados jornalistas quando estiverem a tratar, nos seus órgãos, matérias ligadas a questões criminais.

Dissertando sobre – Comunicação e Segurança na Era Moderna – primeiro tema que esteve em abordagem no Seminário de Segurança Pública Para Jornalistas, sob égide do Gabinete de Comunicação Institucional e Imprensa do Ministério do Interior, o também Professor universitário sustentou que nos crimes como a violação, homicídio e outros susceptíveis de criar revolta na sociedade, os jornalistas devem revelar que vivem dos mesmos problemas e, por isso, não concordam com aqueles crimes.

“Sou jornalista, embora alguns colegas tenham duvidado, nalgum momento, dessa minha condição e sou daqueles Professores que defendem que a equidistância deve ser afastada quando estivermos diante de processos criminais de grande impacto social. Apoio essa corrente e ensino isso, mesmo, nas escolas onde passo,” referiu com alguma tranquilidade.

Malavoloneke terminou a sua apresentação com os factores que considera como sendo os que unem ou dividem os jornalistas da Polícia Nacional e vice-versa, um dos momentos mais altos da alocução.

O Seminário que abordou outros temas contou, igualmente, com o Subcomissário da Polícia Nacional, Waldemar Paulo da Silva José, Director Nacional de Comunicação Institucional e Imprensa, que a par da responsabilidade organizativa aproveitou o ensejo para dissertar sobre – Princípios Legais a Serem Observados na Actividade Jornalística Poli

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