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Politica

CASA-CE: Renovação do pacto entre lideres dos partidos torna Coligação mais forte, afirma Manuel Fernandes

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O presidente da Convergência Ampla de Salvação de Angola – Coligação Eleitoral (CASA-CE), Manuel Fernandes, disse nesta segunda-feira, 31, em Luanda, que depois da CASA-CE ter ultrapassado os problemas internos com sentido patriótico, durante o ano passado, a coligação está preparada para enfrentar as eleições de Agosto proximo.

“Depois de termos ultrapassado com trabalho árduo e elevado sentido patriótico os momentos altos e baixos, de recuos e avanços no percurso político realizado no ano 2021, eis-nos aqui, para dizer sim ao grande desafio político de 2022, as eleições gerais”, disse.

Fernandes que falava durante o lançamento da abertura do ano político 2022, frisou que a renovação do pacto entre os partidos que compõem a coligaçãoão, nomeadamente, PALMA-NOVA ANGOLA, PNSA, PPA, PADDA-AP e PDP-ANA, visando a participação da Coligação, nas próximas eleições gerais, é prova irrefutável do  comprometimento da CASA-CE com Angola e os angolanos”.

Para o também presidente do PALMA- Nova Angola, um dos partido que integra a coligação, este acto traduz firmeza e solidez da Coligação e cai por terra completamente, a profecia de implosão prematura da CASA-CE , vaticinado pelos profetas que sonhavam e almejavam a todo o custo, a desgraça da Coligação.

Para Manuel Fernandes, a CASA.CE e seus dirigentes são a maior e melhor esperança para o povo angolano. São a certeza de uma mudança pacífica, ordeira e positiva em Angola, sem perseguição e nem vingança.

“Vamos avançar, vamos trabalhar com fé, gratidão e amor ao povo angolano, sempre unidos na diversidade”, frisou.

Num discurso muito aplaudido pelos militantes da coligação,  Fernandes, afirmou que actual ambiente político no País é de incertezas profundas sobre o futuro dos angolanos, sublimando que, assiste-se o agudizar do clima de tenção entre os actores políticos, muito por culpa do discurso musculado, ríspido, inamistoso e pouco prudente, produzido por responsáveis partidários à porta de mais um pleito eleitoral. Aproveitando a ocasião para apelar a outras lideranças partidárias, moderação no discurso em sede da disputa política.

“Essa postura é negativa e reprovável, porquanto, põe em causa a estabilidade política, condiciona a ordem e a tranquilidade públicas, ressuscita os fantasmas do passado da guerra, inibe a participação dos cidadãos no exercício das liberdades”, disse.