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Politica

CASA-CE destaca empenho dos profissionais da saúde

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O secretário provincial da CASA-CE em Luanda, António Francisco Hebo, alertou, nesta terça-feira, 15, em Luanda, ao seu principal oponente, Bento Bento, que o slogan adoptado pelo partido dos camaradas que em 2022, a oposição “só vai assustar, já está”, na visão do político, o “já está do MPLA, será já era”, dando como exemplo as actuais enchentes verificadas nos principais hospitais da capital.

“Vimo-los a xinguilar, a dizer que em 2022, nós vamos assustar já está, o vosso já está só estará com fraude e o povo não vai aceitar”, disse e alerta que o “já está do MPLA será já era”.

O político da CASA-CE fez tais afirmações durante o lançamento de um projecto denominado “cardápio político”, que segundo o dirigente da coligação passará a ser servido mensalmente aos luandenses e, não só, com objectivo de mantê-los informados sobre o estado social, político, cultural e económico da capital.

Para este mês, segundo o dirigente partidário, “o cardápio a ser servido é o actual estado da saúde pública em Luanda”.

Na ocasião, Francisco Hebo chamou atenção aos políticos do partido no poder, em particular o primeiro secretário provincial do MPLA em Luanda, Bento Bento, que aprenda que “descer com as massas, é tratar-se nos hospitais onde as massas se tratam, lá onde não há medicamentos, é andar nos autocarros públicos, onde as massas andam que nem sardinhas em lata”.

Hebo fez saber que “subir com as massas é permitir que as massas se tratem nas clínicas que foram construídas com dinheiro do povo, onde o povo que vocês consideram como massas, não têm possibilidade de se tratar”.

Por causa da má governação os hospitais, hoje,” são vectores de transmissão de doenças, ao invés de curarem”, disse o político e denunciou que os hospitais, centros e postos de saúde pública no país, falta de quase tudo, desde a falta de medicamentos e outros materiais gastáveis.

Por outro lado, o responsável da terceira maior formação política no país, considera que o estado da saúde pública está falido e, como consequência, são o caos no sector da saúde, com inúmeras mortes que está a se registar actualmente na capital, com uma tendência vertiginoso diariamente.

E aponta as causas de tal situação, “a má governação, a corrupção a falta de vontade política para resolver os problemas do povo, o distanciamento que existe entre os governantes e o povo,  a ausência do poder autárquico, o facto dos dirigentes não se tratarem nos hospitais públicos lá onde o povo são tratado”.

Francisco Hebo, enalteceu na ocasião, a dedicação de todos os profissionais e mostrou-se solidário com eles, devido o fluxo de doentes nos hospitais, centro e postos de saúde.

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