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Politica

“Brigadeiro 10 Pacotes” quer concorrer como cabeça de lista do Bloco Democrático em 2022

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O músico, activista e jurista, Bruno dos Santos, conhecido por “Brigadeiro 10 Pacotes”, continua a insistir e exigir à direcção do Bloco Democrático, que seja ele o “cabeça” de lista e candidato à Presidência da República para as próximas eleições gerais, agendadas para o próximo ano.

Depois de ver o seu projecto político CRENTES a ser chumbado pelo Tribunal Constitucional, “Brigadeiro 10 Pacotes”, iniciou uma série de negociações com vários partidos políticos e coligação na oposição para fazer parte destas formações políticas. Em troca, o auto-denominado líder revolucionário teria dentro dessas forças politicas, lugares elegíveis ou mesmo encabeçá-los nas próximas eleições de 2022.

De entre a UNITA, CASA-CE e APN, “Brigadeiro 10 Pacotes” acabou por escolher o Bloco Democrático, liderado pelo economista Filomeno Vieira Lopes, na esperança de caso o BD, venha concorrer sem a Frente Unida da Oposição, seja ele a encabeçar e liderar os bloquistas na próxima disputa eleitoral.

Um dirigente do Bloco Democrático, que preferiu não identificar-se, disse que após a aderência ao BD, o músico tem forçado a direcção deste partido para que desista da Tripartida e que se concorra de forma isolada e seja encabeçada por ele, que irá surpreender a todos pelos resultados que poderá obter nas urnas.

Segundo este mesmo dirigente, o rapper de intervenção social, tem dito em círculo fechado que o seu projecto chumbado CRENTES tem mais membros e que ele tem mais popularidade do que Filomeno Vieira Lopes, actual presidente do BD, por isso, insiste que seja o cabeça de lista.

Por sua vez, a direcção do BD tem ignorado tal solicitação e asseguram que o partido está focado na materialização da Tripartida, razão pelo qual, já estão a trabalhar na lista das individualidades que poderão fazer parte dos indicados da lista de deputados a ser entregue a UNITA, nos próximos dias, para fecharem com os termos dos acordos da Frente Patriótica da Oposição.