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Benguelenses pedem exoneração do Governador Rui Falcão

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“Não te queremos mais, já te suportamos muito Senhor Governador” são as palavras que mais se ouvem na sociedade civil Benguelense, que dizem sentir agastados com o actual Governador daquela Província.

No seu regresso a Benguela, depois de ter estado ausente por quase um mês no exterior, em gozos de férias, Rui falcão, foi confrontado por membros da sociedade civil, e pelos Jornalistas locais, tendo este último, sido distratados pelo também primeiro secretário do MPLA em Benguela, quando questionado se estava a par das críticas que lhe estavam a ser feitas, uma vez, que tem sido considerado como sendo um Governador mais ausente do que presente, e com pouco interesse em resolver os problemas sociais das populações.

A onda de contestações, que já leva algum tempo, começa a ter agora contornos alarmantes, e tudo indica que a temperatura poderá subir ainda mais, até se tornar insuportável para o Governador.

Dentre outras questões, uma das principais causas do pedido de exoneração, é o silencio da mais alta figura do Governo de Benguela, diante da instalação de uma fábrica de fertilizantes químicos em zona residencial, o que presume-se haver um certo interesse por parte do Governador e os promotores da industria, e a construção de um Gimnásio no areal da Praia Morena, só para citar.

Em entrevistas ao Correio da Kianda, alguns membros pertencentes a organizações não Governamental da sociedade civil em Benguela, afirmam, não se tratar de uma perseguição pessoalizada contra o Governador, mas sim, fruto daquilo que chamam e consideram má Governação.

“Não temos nada pessoal contra o Governador. Apenas queremos ele peça a sua demissão ou seja exonerado, porque ele fica mais ausente da Província do que presente. Conta um dos membros da sociedade civil em Benguela.

Se enquanto Governador os populares pedem que seja exonerado, já, enquanto primeiro secretário do Partido em Benguela, Rui Falcão, começa agora a enfrentar uma onda de protestos por parte dos militantes do seu partido, facto que tem estado a motivar, militantes influentes a manifestarem-se por via das redes sociais, em abandonar a turma do MPLA, em consequência das opções feitas pela direcção do partido naquela Provincia.

Os militantes contestam não só atitudes de determinados dirigentes, que supostamente estarão a pôr em causa, os princípios que norteiam o partido em Benguela, e fundamentalmente, a entrada nepotista de novos membros, para o Comité Provincial de militantes, como a do Director do Gabinete de Rui Falcão, da secretária do Vice-Governador Leopoldo Muhongo, entre outros nomes pouco sonantes no partido, mas que acabaram por serem eleitos para a membros do Comité Central na IV conferência extraordinária

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