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Sociedade

Benguela: venda de terrenos nas centralidades prevista para Novembro

Redação

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A Empresa de Gestão de Terrenos Infra-estruturados (EGTI) poderá lançar, em Novembro deste ano, na província de Benguela, a campanha oficial de comercialização dos seus espaços nas centralidades do Lobito, Luhongo (Catumbela) e Baía Farta.

Em declarações à imprensa, na centralidade do Lobito, o Presidente do Conselho de Administração da EGTI, Pedro Cristóvão, informou que a sua equipa está a preparar as condições técnicas para a venda dos referidos dos terrenos.

Segundo o PCA, o nível de ocupação das residências justifica a implementação de serviços de proximidade e a pandemia da covid-19 veio acelerar esse plano, de modos a evitar também a frequente deslocação dos moradores à procura de bens e serviços noutras localidades.

Fez saber que a EGTI vai abrir brevemente representações regionais para facilitar o acesso aos interessados na compra dos terrenos infra-estruturados nas centralidades.

“Há terrenos disponíveis e as pessoas interessadas em adquiri-los devem apenas cumprir com as formalidades exigidas pela empresa”, encorajou o presidente.

Questionado sobre a ocupação ilegal de alguns terrenos adjacentes a centralidade do Lobito, foi peremptório em afirmar que serão demolidos e desocupados, na medida em que esses espaços são propostos para o desenvolvimento da cidade.

“Ali vai passar a energia, água, asfalto e outras infra-estruturas próprias para a expansão da cidade, por isso não haverá contemplações para os infractores permanecerem”, enfatizou.

Disse também ter já informações da Administração do Lobito que, estes indivíduos, estão todos notificados e sensibilizados, adiantando, por outro lado, que a sua empresa tem feito o trabalho de  divulgação e o desencorajamento da ocupação ilegal dos terrenos.

Na ocasião, o representante de uma empresa de comércio e prestação de serviços do Lobito, Hermenegildo Jamba, apercebendo-se da presença da EGTI, aproveitou para informar-se sobre os procedimentos para aquisição dos referidos terrenos.

“A presença desta empresa veio a calhar porque já estamos há dois anos a solicitar informações a Administração do Lobito sobre a venda destes terrenos para a edificação de uma padaria e também de uma marcenaria, sem receber uma resposta concreta”, desabafou.

A EGTI foi constituída em 2015 e teve a sua primeira experiência na centralidade do Kilamba, em Luanda, na construção de passeios, arruamentos, espaços verdes enquadrados para lazer, iluminação pública, drenagem e esgotos.

Actualmente, está representada nas centralidades das províncias de Cabinda, Uíge, Lunda Norte, Bengo, Luanda, Benguela, Bié, Huambo, Moxico, Huíla e Namibe.

Por Angop

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