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Sociedade

Bebés do Ano Novo: 3.740 crianças nasceram em Angola no dia 1 de Janeiro

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Estima-se que 3.740 bebés nasceram em Angola no primeiro dia do ano, estima o UNICEF. Os bebés angolanos serão responsáveis por quase 1% dos 392.078 bebés estimados no dia de Ano Novo.

“O início de um novo ano e uma nova década é uma oportunidade para reflectir sobre as nossas esperanças e aspirações, não somento devido ao nosso futuro, mas também pelo futuro daqueles que virão depois de nós”, disse Henrietta Fore, directora executiva do UNICEF. “À medida que o calendário muda à cada mês de janeiro, somos lembrados das possibilidade e do potencial de cada criança a embarcar na jornada da sua vida – se lhes for dada a chance”.

É em Fiji, no Pacífico, que provavelmente nascerá o primeiro bebé de 2020. Nos Estados Unidos, o último. Globalmente, estima-se que mais da metade desses nascimentos ocorra em oito países:

  1. Índia – 67.385
  2. China – 46.299
  3. Nigéria – 26.039
  4. Paquistão – 16.787
  5. Indonésia – 13.020
  6. Estados Unidos da América – 10.452
  7. República Democrática do Congo – 10.247
  8. Etiópia – 8.493

Todos os anos, em Janeiro, o UNICEF celebra os bebés nascidos no Ano Novo, um dia promissor para o nascimento de crianças.

No entanto, para milhões de recém-nascidos em todo o mundo, não se trata de um dia favorável. Em 2018, 2,5 milhões de recém-nascidos morreram no primeiro mês de vida, cerca de um terço deles no primeiro dia em que vieram ao mundo. Entre essas crianças, a maioria morreu de causas que poderiam ser evitadas, como parto prematuro, complicações durante o parto e infecções como a sepse. Além disso, mais de 2,5 milhões de bebés nascem mortos a cada ano.

Nas últimas três décadas, o mundo viu um progresso notável na sobrevivência infantil, reduzindo em mais da metade o número de crianças que morrem antes do quinto aniversário. Mas houve um progresso mais lento para os recém-nascidos. Os bebés que morreram no primeiro mês representaram 47% de todas as mortes entre crianças menores de cinco anos em 2018, contra 40% em 1990.

A campanha Para Cada Criança, VIDA do UNICEF exige investimentos imediatos nos profissionais de saúde, dando-lhes o correcto treinamento, equipando-os com os medicamentos certos para garantir que todas as mães e recém-nascidos sejam atendidos por mãos seguras para prevenir e tratar as complicações durante a gravidez, o parto e o nascimento.

“Muitas mães e recém-nascidos não estão a ser atendidos por uma parteira ou enfermeira treinada e equipada, e os resultados são devastadores”, acrescentou Fore. “Podemos garantir que milhões de bebés sobrevivam ao primeiro dia e continuem nesta década e além se cada um deles nascer por vias de um par de mãos seguras”.

 

Fonte: UNICEF

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