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Associação solicita celeridade e transparência no tratamento do caso dos canais suspensos

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A orientação do Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, que suspende os canais ZAP VIVA, VIDA TV E Record TV, por alegadas inconformidades legais, continua a suscitar reacções. A mais recente é a da Associação dos Comunicólogos de Angola (ACAN), num comunicado enviado nesta quinta-feira, 22, à redacção do Correio da Kianda.

No documento aquela associação de académicos apela ao órgão regulador, à “celeridade e menos burocracia na conformação legal dos actos dos órgãos visados, para que em pouco tempo se possa levantar a suspensão das emissões” e à transparência na comunicação do andamento do respectivo dossier.

Outra chamada de atenção ao “Estado, enquanto pessoa de bem”, é a complacência em relação a garantia dos postos de trabalho dos mais de mil cidadãos empregados nos canais visados ela medida do governo, que os serve de “fonte de sustento das suas famílias, numa altura em que a situação económica do país é de todos conhecida”.

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