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Sociedade

APA diz que condições não estão criadas para o reinício das aulas

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O porta-voz da Associação dos Professores de Angola (APA), Inácio Gonga, disse que apoia o processo de reinício das aulas, mas, neste momento, aguarda o pronunciamento das autoridades sanitárias, face a evolução da pandemia da Covid-19 no país.

“Temos estado a acompanhar a criação de condições de biossegurança nas escolas nos termos da orientação do decreto que estabelece regras de organização e funcionamento das instituições dos Ensinos para assegurar o regresso as aulas e estão longe de ser conseguidos”, disse.

Conforme o Correio da Kianda noticiou, no dia 1 de Julho, o Governo determinou, no Decreto sobre a situação de calamidade pública, que as aulas retomam em três etapas distintas, a partir de 13 de Julho, com os estudantes universitários e os do II ciclo do ensino secundário (da 10ª à 12ª classes).

Para o dia 27 de Julho, está previsto o reinício da actividade lectiva dos estabelecimentos do I ciclo do ensino secundário (7ª à 9ª classes) e do ensino primário (1ª à 6ª classes).

O sub-director pedagógico do complexo Escolar do I e II Ciclos do Ensino secundário nº 4075 em Sequele, Cacuaco, Lucas Pedro Miguel, confirmou ao Correio da Kianda, que a escola que dirige tem as condições criadas, passando pela formação dos seus funcionários, que teve início na segunda-feira, 29, e encerra hoje.

Neste momento aguardam apenas os matérias prometido para o arranque das aulas. Disse ainda que na sua escola tem água e baldes, aguardando assim os materiais de biossegurança, chegando a dizer, que sem estas condições criadas não é possível o retorno as aulas no dia 13 de Julho.

Por sua vez, o director geral do Complexo Escolar Privado Guilherme Miller Joaquim Bento disse que estão criadas as condições para o retorno das aulas.

“Já temos todas as condições criadas, desde águas, detergentes, condições para acolher os alunos, e máquinas de medição de temperatura”, afirmou e acrescentou que durante esse tempo tem recebido formação, quer da repartição da educação como das autoridades sanitárias, apelando que “os encarregados de educação enviem os seus filhos à escola sem problemas”.

Fontes do Correio da Kianda confirmam que a Repartição Municipal da Educação de Cacuaco está a criar condições para que as escolas públicas do Município mais ao Norte de Luanda tenham em cada unidade de ensino, dois profissionais da Saúde, Polícia e Bombeiros.

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