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António Guterres está na Ucrânia

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O secretário-geral da ONU, António Guterres, está neste momento em Kyiv, onde se vai reunir esta quinta-feira, 28 de Abril, com o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky. Antes do encontro, António Guterres visita Borodyanka, Irpin e Bucha, cidades massacradas durante a ocupação do exército russo, noticia a RFI.

António Guterres está em Kyiv e encontra-se hoje com o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky. Na reunião com Zelensky, o tema principal deverá ser a retirada de civis do complexo industrial de Azovstal, em Mariupol.

Antes desse encontro, o secretário-geral das Nações Unidas visita Borodyanka, Irpin e Bucha, cidades massacradas durante a ocupação do exército russo.

Kyiv acusa as forças russas de terem cometido massacres em Boutcha, Irpin e Borodianka, após a descoberta de dezenas de corpos de civis nessas localidades ocupadas e depois abandonadas pelo exército russo.

A Rússia nsiste que o massacre na cidade, com centenas de corpos espalhados pelas ruas, foi uma “encenação” que prejudicou as negociações de paz.

António Guterres diz estar preocupado com “os relatos de possíveis crimes de guerra”e defendeu, em Moscovo, “uma investigação independente”.

Canadá aprova moção sobre actos de genocídio contra a Ucrânia

No Canadá a Câmara dos Comuns aprovou uma moção sobre actos de genocídio contra o povo ucraniano. A moção afirma que “há evidências claras e abundantes de crimes de guerra sistemáticos e maciços e crimes contra a humanidade cometidos contra o povo da Ucrânia pelas Forças Armadas da Federação Russa, sob a liderança do presidente Vladimir Putin”.

Esses “crimes” incluem, em particular, tortura, “atrocidades em massa em territórios ucranianos”, a “transferência forçada de crianças ucranianas para o território russo” ou mesmo “casos em grande escala de violência física, mental e violação”.

Ao validar este texto, a Câmara dos Comuns “reconhece que a Federação Russa está a cometer actos de genocídio contra o povo ucraniano”, segundo o documento. A adoção deste texto ocorre dez dias depois de o Parlamento ucraniano ter aprovado uma resolução semelhante.