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Angolanos queriam trazer doutrina do Estado Islâmico em Luanda

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O Ministério Público acusou formalmente seis jovens, de nacionalidade angolana, cinco dos quais em prisão preventiva desde Dezembro, de organização terrorista e de terem jurado “fidelidade e obediência” ao Estado Islâmico.

De acordo com a acusação deduzida contra os seis elementos, de 26 de abril e à qual a MFM teve acesso, estes criaram em 2015, em Angola, o “grupo muçulmano radical denominado ‘Street Da Was’”.

Os arguidos, com idades entre os 23 e os 39 anos e residentes em Luanda, de acordo com a acusação, criaram aquele grupo, “formado por cidadãos nacionais convertidos ao Islão“, que “tinha como objetivo a divulgação do islamismo nas ruas, usando a sigla ‘ISLAMYA ANGOLA’” e que “publicava e disseminava entre os seus membros, através das redes sociais, matérias e temas de cariz radical”.

“Os arguidos juraram fidelidade e obediência a Abou Bakr Al-Bagdadi, líder do ISIS ou Daesh, e com isso foram divulgado e ensinado a fé islâmica em Angola”, lê-se na acusação, que imputa aos arguidos a prática de um crime organização terrorista.

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