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Sociedade

Angolano na Ucrania rejeita regressar ao País alegando não ter condicões para se viver

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Numa altura em que “muita gente quer sair da Ucrânia” procurando segurança na Polónia e em outros países fronteiriço e não só, entre os Angolanos que dizem sentir-se aflitos no leste da Ucrânia e que pedem ajuda com ameaça de ataque russo à aquele País, Domingos José, cidadão Angolano de 32 anos, figura-se, na lista dos que, mostra-se indisponível em deixar “Kiev” para regressar a Angola, alegando, “ preferir enfrentar a guerra e esperar que ela passe, para dar continuidade a sua vida, por encontrar naquele País, segundo o mesmo, uma oportunidade de vida, que angola não oferece.

“ Nem todos estão a deixar Kiev, há os que estão aqui firmes, com a esperança de que esta guerra vai passar e tudo voltar a normalidade. Disse, num texto enviado a este Jornal, quando contactado pelo Correio da Kianda..

Domingos José, vive na Ucrania há 7 anos, país onde encontra-se a estudar.

“ O meu sonho é concluir a minha formacão e depois dar a continudade com a minha vida aqui. Angola vive uma crise financeira que vem se arrastando de ano e ano, e com a qualidade de vida cada vez mais precária, prefiro continuar aqui na Ucrania. Concluiu.

Segundo apurou o Correio da Kianda, um grupo constituido por mais de cem Angolanos, chegou na última segunda-feira a Polónia, proveniente da UCRANIA, acolhidos pela embaixada de Angola na Polônia.

A embaixada de Angola na Polónia, começou a proceder no último sábado, por um período de sete dias, ao acolhimento e retirada dos estudantes angolanos “que o desejarem” no posto fronteiriço de Korczowa-Krokowets, aconselhando-os a fazerem-se acompanhar dos respetivos documentos de viagem, segundo um comunicado do consulado de Angola no Reino Unido.