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Angola tem uma justiça independente e democrática desde 2017, afirma Joel Leonardo

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Angola vai assinalar em Novembro próximo, 50 anos da independência nacional, entretanto, o nosso país só conseguiu em 2017, que os tribunais passassem a ter na prática o seu auto governo. A afirmação é do Presidente do Conselho Superior da Magistratura. Oitos anos decorridos, segundo disse, já é notório o impacto positivo que os cidadãos sentem.

Joel Leonardo afirmou que a justiça hoje é independente e democrática, tendo em conta a criação de muitos tribunais de comarca e juízes de garantia, uma justiça coberta de deontologia, da legalidade, imparcialidade e celeridade.

Joel Leonardo, durante abertura da quarta Sessão Ordinária, que tem como objectivo formar e aperfeiçoar os magistrados judiciais. Na ocasião, o Presidente do Conselho Superior da Magistratura, falou dos 39 de comarcas em funcionamento, 4 tribunais de comarca e um Tribunal Supremo, este sendo a máxima instância da jurisdição do país.

Joel, falou da obrigação dos cidadãos que desejam seguir a carreira de magistratura judicial frequentar um curso judicial, no do Instituto Nacional de Estudos Judicial “INEJ” e submetidos a rigorosos estágios, antes da tomada de posse.

O evento, participaram outras individualidades vindas do Brasil, como é o caso, do Secretário Executivo da Escola Nacional e Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do Brasil, Leonardo Peter da Silva, e do Juiz Desembargador do Tribunal de Justiça de Pernambuco, Sílvio Baptista Filho, em visita de trabalho de 5 dias, na ocasião falou das estruturas do judiciário brasileiro, tem o Superior Tribunal de Justiça e outras áreas especializadas, como a justiça do trabalho, eleitoral e militar.

O Juiz Desembargador do Tribunal de Justiça de Pernambuco, revelou o tipo de formação de formadores de magistrados, até 2024, o Instituto de formação de formadores totalizou mais de 15 mil juízes formados, com vista desenvolver competências dentre brasileiros estão também angolanos.

Jornalista multimédia com quase 15 anos de carreira, como repórter, locutor e editor, tratando matérias de índole socioeconómico, cultural e político é o único jornalista angolano eleito entre os 100 “Heróis da Informação” do mundo, pela organização Repórteres Sem Fronteira. Licenciado em Direito, na especialidade Jurídico-Forense, foi ainda editor-chefe e Director Geral da Rádio Despertar.

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