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Sociedade

Angola subiu 21 posições no ranking da liberdade de imprensa

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O país subiu 21 posições, saindo do 125.º lugar em 2023, para o 104.º em 2024, no ranking da liberdade de imprensa.

Os dados constam do relatório mundial sobre a liberdade de imprensa, tendo indicado que Moçambique registou uma descida de três posições, ocupando agora o 105.º lugar, assim como Cabo Verde, que passou da 33ª posição para a 41.ª posição.

Já o Brasil subiu 10 lugares, para 82.º, tendo sido substituído na 92.ª posição pela Guiné-Bissau, que desceu 14 posições em relação ao ano anterior.

Portugal é o único país, entre os oito dos nove Estados da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, assinalado a verde subindo duas posições, para o 7.º lugar, regressando assim ao grupo de oito países com uma “situação muito boa” em termos de liberdade de imprensa, do qual tinha saído no ano passado.

Timor-Leste continua o segundo entre os lusófonos, mas desceu dez lugares para o 20º lugar.

O Índice Mundial da Liberdade de Imprensa, publicado anualmente pela Repórteres sem Fronteiras, avalia as condições para o jornalismo em 180 países e territórios.

E o Presidente da República, João Lourenço, disse recentemente que o jornalismo angolano está a crescer e a cumprir com o papel que lhe cabe.

João Lourenço refere que, o jornalismo que era praticado no tempo do partido único é bem diferente do praticado hoje, e afirma que “hoje existe a liberdade de imprensa”.

O Dia Mundial da Liberdade de Imprensa foi proclamado a 3 de Maio de 1993, na sequência de uma decisão da Assembleia Geral das Nações Unidas, observando, de forma especial, o artigo 19º da Declaração Universal dos Direitos Humanos.

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