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Sociedade

“Angola regista avanços no desenvolvimento humano, mas progresso precisa ser igual” – PNUD

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Angola ocupa a posição 150, estando na categoria média do desenvolvimento humano, entre os 193 países e territórios avaliados, de todo o mundo.

Os dados foram revelados esta quinta-feira, 28, em Luanda, na Escola Nacional de Administração e Políticas Públicas, pela representante residente do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento em Angola, Denise António, que fez saber, igualmente, que o país registou melhoria em algumas áreas, entre 1999 e 2022, e que o Índice de Desenvolvimento Humano passou de 0, 369 para 0,591, uma avaliação de 60,2%.

A responsável do PNUD em Angola vislumbrou, ainda, que, segundo o Relatório do Desenvolvimento Humano (RDH) 2023/2024 a esperança à nascença passou de 45,4 anos para cerca de 61,9 anos uma variação de 16,5 anos.

O relatório do Programa das Nações Unidas referente aos anos 2023 – 2024, aponta que o aumento do rendimento nacional de capital bruto subiu de 3635 dólares para 5628 dólares, um aumento de 42,6 por cento.

Entretanto, o PNUD alerta para o facto de que “o progresso desigual do desenvolvimento está a deixar para trás os mais vulneráveis, agravando a desigualdade e fomentando a polarização à escala global o que tem como consequência um impasse perigoso que deve ser urgentemente combatido por meio de uma acção colectiva”.

E o Secretário Estado para o Planeamento, Luís Epalanga, considera a avaliação do relatório uma oportunidade para que o Governo angolano se dedique cada vez mais para o desenvolvimento e bem estar das famílias angolanas.

De acordo ainda com secretário, o Governo reconhece que existem ainda muitos desafios por se enfrentar no que diz respeito à saúde, educação e combate à pobreza que assola muitas famílias angolanas, bem investir no capital humano e nas infra-estrutura do país.