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Politica

Angola pretende reforçar uso de documentos SADC nos países da região

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O reforço dos mecanismos para criação de documentos comuns a serem utilizados a nível da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral é um dos objectivos que Angola pretende alcançar durante a 43ª Cimeira Ordinária dos Chefes de Estado e de Governo da SADC, que decorre esta quinta-feira, 17, em Luanda, entretanto, com reuniões do Conselho de Ministros da organização desde o último domingo a decorrerem na capital angolana.

“Angola tem procurado mostrar aos países membros da região, o valor real e o poder que os documentos desenvolvidos pela SADC, têm na facilitação para a utilização de vários serviços em África e na Europa”, diz o comunicado ao qual o Correio da Kianda teve acesso.

Dentre eles, estão a Carta de Condução, o Livrete da Viatura e o Bilhete de Identidade, que, inclusive, o “Executivo tem envidado esforços palpáveis na simplificação da emissão desses documentos – Um programa lançado em 2021, data em que o Executivo angolano apresentou o projecto de Simplificação de Actos e Procedimentos da Administração Pública, que no essencial, visa a modernização, facilidade no acesso à documentação e boas práticas na Administração Central e Local do Estado”.

Os documentos SADC vão permitir ainda uma série de benefícios e vantagens tais como: Facilitação do Comércio e do Turismo, Investimentos e Negócios, Transporte e Logística, Integração Regional e Aumento da Receita.

De recordar, que Angola assumiu pela primeira vez a Presidência Rotativa da SADC em 2002, seguidamente em 2011, e irá assumir pela terceira vez em 2023, é membro fundador da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC) e partilha em conjunto com outros Estados objectivos e estratégias comuns, mas não só, visando a melhoria das condições de vida das populações de todos os estados membros.

Integram a SADC, Angola, África do Sul, Botswana, República Democrática do Congo, Lesoto, Madagascar, Malaui, Maurícia, Moçambique, Namíbia, Suazilândia, Tanzânia, Zâmbia e Zimbábue.

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Formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo, a profissional actua no mercado de comunicação há 18 anos. Iniciou a sua carreira em 2004, apresentando um programa de rádio e logo migrou para a comunicação digital, para a impressa e, posteriormente, a institucional. Tem vasta experiência como web journalist, criação e gestão de redes sociais, tendo participado dos projectos de desenvolvimento de diversos sites, blogs e redes sociais governamentais, privados e do terceiro sector. Reside em Luanda desde 2012, tendo trabalhado como jornalista no portal de notícias Rede Angola, como assessora de imprensa e directora de Comunicação e Operações nas Agências NC - Núcleo de Comunicação e F.O.T.Y, atendendo diversos clientes governamentais e privados. Actualmente trabalha como editora do portal Correio da Kianda.