Ligar-se a nós

Desporto

Angola aplica goleada ao Cazaquistão na estreia do mundial de andebol feminino

Publicado

em

A Selecção Nacional sénior feminina de andebol, aplicou uma goleada a sua similar do Cazaquistão, por expressivos 38-20, em partida da primeira jornada do grupo H, do mundial da modalidade que decorre na Alemanha e nos Países Baixos.

O bom resultado do combinado nacional na estreia desta quinta-feira, 27, começou a ser construído muito cedo, conquistando uma vantagem de 4-0, nos primeiros minutos, o que permitiu chegar a uma larga vantagem de 21-9, já ao intervalo.

Com este triunfo, Angola soma dois pontos e ocupa, provisoriamente a liderança do grupo.

As “pérolas” voltam a jogar este sábado, 29, diante da Coreia do Sul, e fecham a fase de grupo, na próxima segunda-feira, 01, diante da Noruega, vice-campeã.

Continuar a ler
Clique para comentar

Deixar uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Publicidade

Radio Correio Kianda

Mundo1 segundo atrás

ONU aprova criação de Dia Internacional contra casamento infantil e forçado

Sociedade9 minutos atrás

“Sociedade civil deve participar no debate público sem alianças partidárias”, defende politólogo

Sociedade26 minutos atrás

Corrupção e má conduta podem levar 127 polícias à expulsão Um total de 127 efectivos da Polícia Nacional está na iminência de ser expulso da corporação por envolvimento em diversas infracções disciplinares, entre as quais corrupção, burlas, má conduta e realização de escoltas ilegais. A informação foi divulgada pela própria Polícia Nacional, que indica que os processos disciplinares decorrem a nível nacional e podem resultar na expulsão dos agentes envolvidos. Entre as infracções apontadas estão homicídio voluntário e frustrado, negociação de empregos públicos, violação dos deveres funcionais e recepção indevida de dinheiro, além de outras condutas consideradas incompatíveis com o exercício da função policial. A medida surge depois de 59 efectivos terem sido já expulsos da corporação, igualmente por práticas de corrupção, burlas, má conduta e realização de escoltas ilegais. Em reacção à medida, o sociólogo Agostinho Paulo considera que a actuação das estruturas superiores da Polícia Nacional pode funcionar como um mecanismo de prevenção e de dissuasão para os restantes efectivos. Para o especialista, a responsabilização dos agentes envolvidos em práticas ilícitas pode contribuir para reforçar a disciplina e chamar a atenção dos demais membros da corporação para a necessidade de respeitarem as normas e os deveres inerentes à função policial. No entanto, Agostinho Paulo alerta para um possível efeito negativo das expulsões: a redução do número de efectivos disponíveis para assegurar o policiamento nos comandos municipais e provinciais. O sociólogo entende que a saída de dezenas de agentes poderá criar dificuldades em determinadas unidades policiais, sobretudo nos locais onde os efectivos afastados desempenhavam funções operacionais. “Do ponto de vista institucional, este número criou baixas e esta redução poderá afectar os postos onde eles estavam”, considerou. Agostinho Paulo apela, por isso, aos demais efectivos da Polícia Nacional para que revejam o seu comportamento e cumpram rigorosamente os deveres profissionais, de modo a preservar a imagem e a credibilidade da instituição que representam. Enquanto isso, os processos contra os 127 efectivos continuam, sendo que a eventual expulsão dependerá da conclusão dos respectivos procedimentos disciplinares

Sociedade2 horas atrás

Executivo angolano prevê aumento salarial para a função pública em 2027

Politica2 horas atrás

Função pública cumpre hora extra para compensar tolerância do dia do herói

Publicidade




© 2017 - 2022 Todos os direitos reservados a Correio Kianda. | Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem prévia autorização.
Ficha Técnica - Estatuto Editorial RGPD