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Aliança Patriótica acusa UNITA de intolerância política no Zaire

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Em declarações hoje à agência Lusa, Quintino Moreira disse que as cenas de intolerância política tiveram lugar no fim de semana, e no domingo, devido a supostas “situações embaraçosas criadas por militantes da UNITA”, não se realizou um encontro com apoiantes em Mbanza Congo, capital do Zaire.

Segundo o líder da APN, o cenário de intolerância política na província do Zaire, alegadamente “protagonizado por militantes da UNITA”, teve início no sábado quando, “durante a marcha política, introduziram-se alguns elementos supostamente pertencentes à UNITA”.

“Porque a UNITA introduziu elementos trajados com camisolas do referido partido, com material de propaganda, na marcha que realizamos nas ruas da cidade de Mbanza Congo e que criaram muitas situações embaraçosas”, explicou.

“Porque temíamos que acontecessem coisas não abonatórias que poderiam lesar a festa nacional das eleições”, acrescentou.

A situação é já do domínio das autoridades policiais da província do Zaire, informou Quintino Moreira, que pediu o reforço da escolta policial à caravana do partido, que termina hoje a campanha eleitoral naquela província, no município do Cuimba.

Agora, o policiamento “está garantido e vamos desenvolver esta ação [de campanha] no Cuimba”, sublinhou.

Quintino Moreira, líder da mais nova força política angolana, garantiu igualmente que as bases da APN no país e na província do Zaire estão sólidas e que “os cidadãos continuam solidários com os ideais da APN e do seu programa de governação”.

A campanha eleitoral visando as eleições gerais de 23 de agosto em Angola decorre até ao dia 21 deste mês.

Depois do Zaire, a APN segue ainda esta semana a sua campanha eleitoral na província de Cabinda.

Seis formações políticas concorrerem as eleições nomeadamente o Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA), Convergência Ampla de Salvação de Angola – Coligação Eleitoral (CASA-CE), Partido de Renovação Social (PRS), Frente Nacional de Libertação de Angola (FNLA) e Aliança Patriótica Nacional (APN).

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