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Alentejo acolhe “de braços abertos” os emigrantes que voltam da Venezuela

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São cada vez mais aqueles que saem da Venezuela devido à crise económica e social vigente. Estas pessoas, que saem às centenas do país, fogem para os países fronteiriços (como é o caso do Brasil) mas muitos que atravessam o mediterrâneo e aterram em Portugal. São portugueses que partiram em busca de uma vida melhor mas são obrigados a voltar ao país de origem; são luso-descendentes que pouco ou nada sabem sobre o país dos pais e dos avós mas também são venezuelanos que usam o que resta das suas poupanças e partem em busca da paz e do estilo de vida existente da Europa.

Só que quando chegam (especialmente ao arquipélago da Madeira), estes emigrantes não trazem nada consigo e não sabem como reerguer as suas vidas. Não têm dinheiro, trabalho e alguns nem sabem falar a língua de Camões, um dos grandes entraves para conseguirem trabalho.

Para atenuar esta situação e como o Alentejo está a necessitar de mão-de-obra para as colheitas (que vão acontecer até ao mês de Outubro), a região está a recrutar grupos de ex-emigrantes naVenezuela.

A Herdade do Vale da Rosa, em Ferreira do Alentejo, está a pagar as viagens para o continente e disponibiliza casa a 35 por mês. O ordenado-base é da ordem dos 750, sem contar com as horas de trabalho extraordinário ao sábado. O trabalho consiste em embalar uvas durante o período da colheita.

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