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AGT devia ter alistamento que lhe permita alargar as bases tributárias, afirma economista

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As receitas fiscais e aduaneiras dos Grandes Contribuintes atingiram três mil milhões de kwanzas, de Janeiro a Novembro deste ano, representando 56,1 por cento das receitas globais não-petrolíferas.

Os dados foram avançados, esta quarta-feira, em Luanda, pelo director dos Grandes Contribuintes da Administração Geral Tributária (AGT), Pedro Marques que falava à margem do encontro metodológico com os grandes contribuintes, no âmbito das comemorações alusivas ao 10º aniversário da instituição.

A AGT no global apresenta uma receita não petrolífera na ordem dos 5,7 mil milhões de kwanzas, das quais 3.206 mil milhões provêm dos grandes contribuintes.

Mas o economista José Lumbo defende que a AGT devia ter um alisamento que lhe permita alargar as bases tributárias, que podiam passar por acções de promoção de educação fiscal que podiam garantir mais arrecadação dos rendimentos.

O especialista entende que as pessoas deviam saber as razões do pagamento de impostos, e que trazendo conteúdos sobre o impacto destas contribuições fiscais, aumentaria a cultura de pagamento.

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